Black Sabbath - Born Again

Born Again

11º álbum de estúdio​

Era

Experimentações com Gillan e Hughes (1983–1985)

4.6

Nota média
de sites de crítica

O que restou de Black Sabbath?

“Born Again” é como se o Black Sabbath tivesse se metido em um caldeirão de metal, jogado umas pitadas de loucura e saído de lá com uma receita meio amalucada. O álbum, com o vocal peculiar de Ian Gillan (Deep Purple), soa como se o Sabbath tivesse trocado a velha capa de manto sombrio por um vestido de garrafa térmica. Pesado, mas com uns toques de ironia – é quase como se o “Paranoid” tivesse saído para dar uma volta e voltasse mais distorcido, mas sem perder o charme.

O som é pesado, experimental, e a produção soa como uma parede de concreto – crua, suja, e não exatamente polida. O álbum se inspira no apocalipse e na angústia da época, refletindo um momento de transição, com a banda buscando novos rumos. A viagem no tempo traz comparações com o “Vol. 4” e o “Sabotage”, mas com uma pegada mais agressiva e torta, quase como se o Sabbath estivesse se esforçando para se encontrar, mas ainda assim criando algo único e vibrante.

Destaques

1. Trashed
5. Zero the Hero
7. Born Again

Menos ouvidas

4. The Dark
9. Keep It Warm

Fatos interessantes

• Após a saída de Ronnie James Dio e Vinny Appice, o Black Sabbath recrutou Ian Gillan, do Deep Purple, nos vocais, e trouxe Bill Ward de volta à bateria.

• Devido a diferenças internas, Ian Gillan gravou suas partes pela manhã, enquanto Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward gravavam à noite. ​

• A arte do álbum apresenta um bebê demoníaco, criada por Steve Joule. Inicialmente rejeitada, acabou sendo escolhida, gerando controvérsias. ​

• Inspiração para “Spinal Tap”: A desastrosa turnê, marcada por problemas como o cenário de Stonehenge em tamanho reduzido, inspirou cenas do filme “This Is Spinal Tap”. ​

• Apesar das críticas mistas, o álbum alcançou a 4ª posição nas paradas do Reino Unido e entrou no Top 40 dos EUA.

Produção

Black Sabbath, Robin Black

Mudança de line

Único álbu mcom Ian Gillan nos vocais. Bill Ward volta para a bateria.

Formação

Ian Gillan – vocais
Tony Iommi – guitarras, efeitos de guitarra, flauta
Geezer Butler – baixo, efeitos de baixo
Bill Ward – bateria, percussão

Geoff Nicholls – teclados
Bev Bevan – bateria (na Edição Deluxe de 2011 – Disco 2, faixas 3–11)

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