Tom Smith - There Is Nothing in the Dark Which Isn't There in the Light

There Is Nothing in the Dark Which Isn't There in the Light

1º álbum de estúdio​

Era

Clareza na Penumbra (2025)

8.0

Nota média
de sites de crítica

Quando Tom Smith acende a luz

O disco soa como Tom Smith em seu modo mais desarmado, trocando a escuridão densa da Editors por um clima de luz suave filtrada por janelas antigas. As músicas caminham em passos lentos, guiadas por violões e por aquela voz grave que aqui parece sussurrar segredos ao invés de comandar estádios. O álbum equilibra melancolia e serenidade, como alguém revisitando lembranças dolorosas com carinho renovado.

A produção discreta de Iain Archer deixa espaço para o ar entre as notas, criando uma sensação de proximidade quase doméstica — como se Smith estivesse tocando ao lado do ouvinte. É o capítulo mais íntimo de sua carreira, um mergulho na vulnerabilidade e na tentativa de encontrar luz no meio das rachaduras.

Destaques

6 – Lights of New York City
4 – Life Is for Living
9 – Leave

Menos ouvidas

8 – Northern Line
10 – Saturday

Fatos interessantes

• Primeiro álbum solo oficial de Tom Smith após longa trajetória como vocalista da Editors.

• Representa um retorno às raízes acústicas do cantor, com arranjos simples e sinceros.

• O clima do disco é mais luminoso e emocional do que o tom sombrio típico da Editors.

• “Lights of New York City” foi uma das primeiras faixas reveladas e definiu o humor melancólico do projeto.

• O álbum explora temas de memória, superação e reconciliação interna.

• A produção buscou captar interpretações vocais cruas e pouco processadas.

Produção

Iain Archer

Mudança de line

Tom Smith deixa de lado o peso do post-punk da Editors e mergulha em uma abordagem minimalista e introspectiva, priorizando violões, melodias suaves e letras confessionais.

Formação

Tom Smith – voz, guitarra, violão, composição

Músicos adicionais
Iain Archer – instrumentos diversos, arranjos, produção

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