
Sam Cooke – Night Beat
Voz crua, arranjos íntimos e atmosfera noturna: Night Beat revela Sam Cooke em seu momento mais profundo e autêntico.

Nota média
de sites de crítica

Voz crua, arranjos íntimos e atmosfera noturna: Night Beat revela Sam Cooke em seu momento mais profundo e autêntico.

Bloom é puro blues-rock sulista: autêntico, visceral e cheio de força, Larkin Poe celebra a beleza das imperfeições com riffs intensos e emoção crua.

Blues visceral, onde ZZ Ward mistura maternidade e raízes tradicionais, entregando um álbum autêntico e empoderador com energia renovada.

Polari de Olly Alexander mistura synth-pop dos anos 80 e alt-pop queer, mas peca pela falta de profundidade nas letras e convicção artística.

Em ‘Portrait of My Heart’, Spellling transforma sentimentos intensos em uma fusão de pop, post-punk e eletrônica, com uma energia única e envolvente.

Riffs poderosos, baladas grandiosas e uma produção impecável, mas dentro da zona de conforto de Tremonti.