
Tom Smith – There Is Nothing in the Dark Which Isn’t There in the Light
Álbum solo íntimo e minimalista, onde Tom Smith troca a grandiosidade da Editors por violões, emoções cruas e um brilho melancólico e esperançoso.

Nota média
de sites de crítica

Álbum solo íntimo e minimalista, onde Tom Smith troca a grandiosidade da Editors por violões, emoções cruas e um brilho melancólico e esperançoso.

Reinvenção madura e encorpada, marcada pela entrada de Johnny Marr (The Smiths) e por uma abordagem mais densa e ambiciosa.

Guitarras intensas e letras afiadas marcam o álbum mais enérgico de Morrissey desde os anos 90, combinando vigor e emoção.

Uma fusão ousada de heavy metal e rockabilly, com vocais cativantes e riffs poderosos, consolidando o estilo único do Volbeat.

Õnibus de pop glam, orquestrações e letras com humor e empatia: estreia audaciosa de Mika, misturando brilho e profundidade.

Entre punk, country, metal e ópera rock, o A7X rompe qualquer limite e entrega seu disco mais teatral e imprevisível até então.