
The Cure – Bloodflowers
Álbum gótico e introspectivo, com longas faixas envolventes e produção densa — um encerramento épico da trilogia emocional da banda.

Nota média
de sites de crítica

Álbum gótico e introspectivo, com longas faixas envolventes e produção densa — um encerramento épico da trilogia emocional da banda.

Voz vulnerável, arranjos econômicos e histórias de amor e mortalidade: Rhett Miller entrega seu disco mais íntimo e honesto até agora.

Guitarras suaves, vozes etéreas e alma de folk-soul: Whitney mostra sua maturidade sonora no álbum mais íntimo e sincero até agora.

Heavy metal direto e sóbrio com riffs intensos, produção moderna e letras sobre persistência: Ozzy afirma que ainda está por aqui.

Pop‑rock vibrante e confiável: sete faixas que ficaram de fora, mas revelam um lado B sofisticado, dançante e cheio de atitude.

Õnibus de pop glam, orquestrações e letras com humor e empatia: estreia audaciosa de Mika, misturando brilho e profundidade.