
Bruce Springsteen – Wrecking Ball
Rock, folk e crítica social. Com letras poderosas e sonoridade épica, ele celebra a resistência e a esperança, destacando-se pela participação de Tom Morello e a última colaboração de Clarence Clemons.

Nota média
de sites de crítica

Rock, folk e crítica social. Com letras poderosas e sonoridade épica, ele celebra a resistência e a esperança, destacando-se pela participação de Tom Morello e a última colaboração de Clarence Clemons.

Combat Rock mistura punk, new wave e reggae, com hinos como “Should I Stay or Should I Go”, mantendo a rebeldia, mas mais acessível e dançante.

Registro ao vivo que captura a banda em ascensão, exibindo energia crua, carisma de palco e a força que antecedeu o estrelato mundial.

A entrada de Patton redefine tudo: metal alternativo expansivo, hits ousados e ambição renovada. O álbum que impulsiona a banda ao mainstream.

Live cru e vibrante em 1989: riffs intensos, groove visceral e performance impecável em clássicos do Living Colour.

Gótico etéreo e introspectivo: guitarras expansivas, teclados densos e emoções em cascata definem o ápice melancólico do The Cure.