Rush - Hemispheres

Hemispheres

6º álbum de estúdio​

Era

Saga Progressiva (1977–1981)

8.4

Nota média
de sites de crítica

Rush no auge do prog cerebral

Se “2112” foi o grito de independência do Rush, “Hemispheres” é a sinfonia cerebral que une razão e emoção em um duelo musical épico.

Com a faixa de abertura “Cygnus X-1 Book II: Hemispheres”, o trio canadense conclui a saga iniciada no álbum anterior, explorando os hemisférios do cérebro através de uma suíte de 18 minutos. O lado B traz “Circumstances” e “The Trees”, mais acessíveis, e o instrumental “La Villa Strangiato”, uma vitrine de virtuosismo técnico. Gravado no Rockfield Studios, no País de Gales, o álbum representa o auge do Rush no rock progressivo, combinando complexidade musical com profundidade lírica.​

Destaques

1 – Cygnus X-1 Book II: Hemispheres
3 – The Trees
4 – La Villa Strangiato

Menos ouvidas

2 – Circumstances

Fatos interessantes

• Lançado em 24 de outubro de 1978, é o sexto álbum de estúdio do Rush.
• Gravado no Rockfield Studios, no País de Gales, e mixado no Trident Studios, em Londres.
• “Cygnus X-1 Book II: Hemispheres” conclui a história iniciada em “A Farewell to Kings”.
• “La Villa Strangiato” é o primeiro instrumental completo da banda, dividido em 12 partes.
• A capa, criada por Hugh Syme, representa os hemisférios cerebrais e o conflito entre razão e emoção.
• O álbum alcançou a posição 14 nas paradas do Canadá e Reino Unido, e 47 nos EUA.
• Certificado como disco de platina nos EUA em 1993, 15 anos após o lançamento.
• “Circumstances” e “The Trees” foram lançadas como singles e receberam ampla reprodução em rádios FM.
• A turnê de divulgação contou com 137 shows entre outubro de 1978 e junho de 1979.
• Em 2018, foi lançada uma edição comemorativa de 40 anos com faixas ao vivo inéditas.

Produção

Rush, Terry Brown

Mudança de line

Nenhuma alteração

Formação

Geddy Lee – baixo, sintetizador Minimoog, sintetizador polifônico Oberheim, pedais de baixo Moog Taurus, vocais
Alex Lifeson – guitarras elétricas e acústicas de 6 e 12 cordas, violão clássico, sintetizador de guitarra Roland, pedais Moog Taurus
Neil Peart – bateria, sinos orquestrais, árvore de sinos, tímpanos, gongo, cowbells, blocos de templo, carrilhões de vento, crotales

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