
Morrissey – Vauxhall and I
Baladas introspectivas, letras literárias e produção refinada: o álbum mais maduro e emocional de Morrissey até então.

Após o fim do The Smiths em 1987, Morrissey lançou sua carreira solo com o álbum Viva Hate em 1988, mantendo sua assinatura lírica melancólica e crítica social. Ao longo dos anos, ele explorou uma variedade de estilos musicais, desde o rock alternativo até o pop rock, sempre mantendo sua identidade única.
Sua carreira solo é marcada por altos e baixos, com álbuns que receberam tanto aclamação quanto críticas. Apesar das controvérsias e mudanças na indústria musical, Morrissey continua a ser uma figura influente no cenário do rock alternativo, conhecido por sua voz distinta e letras provocativas.
Quer começar a ouvir Morrissey? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Baladas introspectivas, letras literárias e produção refinada: o álbum mais maduro e emocional de Morrissey até então.

Morrissey retorna após sete anos com um álbum que equilibra crítica social e introspecção, em uma sonoridade polida e acessível.

Gravado em Londres, Live at Earls Court mostra Morrissey revisitando clássicos e faixas solo com uma performance intensa e emocional.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Após o fim dos Smiths, Morrissey embarca em uma jornada solo que mistura melancolia e ironia, explorando temas como identidade britânica e isolamento. Com colaborações de Stephen Street e músicos como Vini Reilly, essa era estabelece sua voz única no cenário alternativo.

Estreia solo de Morrissey mistura jangle pop e lirismo ácido, com hits como “Suedehead” e críticas afiadas à política britânica.

Com arranjos teatrais e letras irônicas, Kill Uncle mostra Morrissey explorando novas sonoridades em um álbum excêntrico e provocativo.

Morrissey abraça o glam rock com energia e ironia, resultando em um álbum vibrante que marca uma nova fase em sua carreira solo.

Baladas introspectivas, letras literárias e produção refinada: o álbum mais maduro e emocional de Morrissey até então.
Morrissey adota uma abordagem mais experimental, incorporando elementos de rock progressivo e orquestrações complexas. Essa fase reflete uma busca por novos caminhos sonoros, embora com recepção crítica mista.

Morrissey desafia convenções com arranjos ousados e letras afiadas, criando um álbum que mistura art rock e sarcasmo britânico.

Um álbum sombrio e introspectivo, onde Morrissey mistura melancolia e controvérsia, encerrando sua fase dos anos 90 com sutileza.
Após um hiato, Morrissey retorna com energia renovada, abordando temas políticos e sociais com intensidade. A produção polida e letras afiadas marcam essa era de renascimento artístico e sucesso comercial.

Morrissey retorna após sete anos com um álbum que equilibra crítica social e introspecção, em uma sonoridade polida e acessível.

Morrissey abraça arranjos barrocos e letras confessionais em um álbum teatral que explora desejo, culpa e redenção com profundidade emocional.

Guitarras intensas e letras afiadas marcam o álbum mais enérgico de Morrissey desde os anos 90, combinando vigor e emoção.
Nesta fase, Morrissey intensifica suas críticas à sociedade moderna, explorando temas como política, cultura e identidade. A sonoridade varia entre o alternativo e o experimental, refletindo sua postura provocadora.

Morrissey mistura rock alternativo com influências latinas em um álbum sarcástico e melancólico, criticando o mundo com sua verve única.

Morrissey entrega um álbum que mescla crítica social e arranjos orquestrais, mantendo sua essência provocadora e romântica.

Morrissey revisita clássicos dos anos 60 e 70 em um álbum de covers que mistura reverência musical com controvérsias pessoais.
Nesta fase, Morrissey aprofunda uma persona cada vez mais combativa, teatral e isolada do consenso cultural. O período é marcado por atritos com gravadoras, projetos engavetados e uma aura de artista em permanente confronto com a indústria, enquanto o repertório preserva o romantismo decadente, o sarcasmo mordaz e a dramaticidade que sempre definiram sua obra. Em 2026, essa era ganha contorno mais concreto com um disco que soa como afirmação de sobrevivência artística: elegante, amargo e autoconsciente, como um veterano que transforma desgaste em estilo.

Morrissey mistura rock alternativo com soul e R&B em um álbum ousado e provocativo, repleto de críticas sociais e experimentações sonoras.

Um disco elegante e rabugento: bons arranjos, voz ainda marcante e faixas esparsamente fortes num retorno mais ressentido que inspirado.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Registro ao vivo que captura Morrissey em sua fase mais intensa, mesclando lirismo melancólico a arranjos vigorosos e interpretações viscerais.

Gravado em Londres, Live at Earls Court mostra Morrissey revisitando clássicos e faixas solo com uma performance intensa e emocional.
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