Karnak - Karnak Mesozóico

Karnak Mesozóico

5º álbum de estúdio​

Era

Renascimento Jurássico (2025–presente)

7.8

Nota média
de sites de crítica

Karnak volta do futuro (e do passado)

“Karnak Mesozóico” soa como um delírio pré-histórico projetado para os tempos digitais. O grupo brinca com a ideia de fitas perdidas nos anos 80 e 90, mas entrega um disco conceitual que mistura auto-ficção, humor e um caldeirão de estilos globais. O Karnak veste sua marca registrada: transformar reggae em rap japonês, encaixar trombone em meio a guitarras pop e temperar tudo com exotismo delicioso.

Mais pop que trabalhos anteriores, o álbum dialoga com o passado sem abrir mão da atualidade, flertando com narrativas visuais em inteligência artificial e mantendo a inventividade que sempre influenciou bandas como Pato Fu, Trupe Chá de Boldo e O Teatro Mágico. É uma celebração da irreverência e da sobrevivência criativa após 33 anos de história.

Destaques

2 – Carlevindo é Boy
1 – Eu Só Nasci
3 – O Mesmo Céu

Menos ouvidas

9 – Strateledekiko
11 – Nostradamus 404

Fatos interessantes

• O álbum marca o retorno do Karnak após cinco anos sem lançamentos.

• Foi concebido como uma “auto-ficção”, simulando fitas demo perdidas em um Tascam dos anos 80/90.

• A história das fitas é completamente inventada, em referência ao espírito lúdico da banda.

• O disco foi financiado pelo ProAC SP, programa de incentivo cultural de São Paulo.

• A capa chegou a ser feita com inteligência artificial, mas depois foi refeita manualmente com bonecos do baterista Carneiro.

• O clipe de “Carlevindo é boy” foi o único trabalho que usou inteligência artificial, dirigido por Indio San.

• O álbum busca soar como se fosse gravado antes mesmo da estreia oficial da banda, em 1994.

• A mistura de estilos inclui influências árabes, indianas, japonesas, brasileiras e pop oitentista.

• Entre as bandas que reconhecem influência do Karnak estão Pato Fu, Trupe Chá de Boldo e O Teatro Mágico.

• A faixa “Eu só nasci” reflete sobre identidade e acaso, um dos pontos altos do disco.

Produção

Karnak

Mudança de line

O Karnak manteve sua essência coletiva e diversa, reunindo 11 músicos na gravação.

Formação

Andre Abujamra – guitarra e voz
Marcos Bowie – voz
Mano Bap – guitarra e voz
Luiz Macedo – guitarra e voz
Eron Guarnieri – teclado e voz
Marcelo “Pomps” Pereira – sax e flauta
Tiquinho – trombone
Sergio Bartolo – baixo
James Müller – percussão
Kuki Stolarsky – bateria
Carneiro Sândalo – bateria

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