
Dio – Angry Machines
Álbum mais sombrio e direto, com letras introspectivas e críticas sociais. A sonoridade crua lembra o metal de Ozzy Osbourne, mas com um toque de crise existencial.

Nota média
de sites de crítica

Álbum mais sombrio e direto, com letras introspectivas e críticas sociais. A sonoridade crua lembra o metal de Ozzy Osbourne, mas com um toque de crise existencial.

Um passeio por décadas imaginárias: um mosaico nostálgico e criativo em que o Lordi reinventa a si mesmo em várias eras do rock e do metal.

Riffs pesados com uma experimentação psicodélica, refletindo o momento de caos criativo da banda, influenciado por suas aventuras fora dos estúdios

Retorno energético que prova a relevância do Buzzcocks nos anos 90, conectando o punk clássico ao alternativo contemporâneo.

Glam metal que tenta ser grandioso, mas acaba tropeçando em clichês e produção excessiva, sem a energia dos álbuns anteriores. Mesmo assim, sólido.

Álbum acústico íntimo gravado em Newcastle, com faixas de The Soul Cages e uma cover clássica — é Sting de coração aberto e violão na sala de casa.