Hellacopters - Cream of the Crap! Collected Non-Album Works

Cream of the Crap! Collected Non-Album Works, Vol. 3

-º álbum de estúdio​

Era

Silêncio e Ressurgimento (2008–2026)

7.8

Nota média
de sites de crítica

O lado B que vira lado A

Se o título mantém o humor autodepreciativo, o conteúdo é um verdadeiro arquivo histórico do rock’n’roll da banda. Vol. 3 reúne gravações não incluídas em álbuns de estúdio — lados B de singles, faixas bônus de edições limitadas, músicas lançadas apenas em vinil 7”, participações em splits e sobras de sessões que atravessam diferentes fases da carreira.

O recorte temporal é amplo: há material que remete à explosão high-energy do fim dos anos 90 (era Supershitty to the Max! / Payin’ the Dues), passando pelo período mais melódico e setentista dos anos 2000 (High Visibility, By the Grace of God), até registros ligados ao retorno da banda nos anos 2020. Essa variedade cria um panorama evolutivo — do garage punk cru ao hard rock mais polido, com ecos de Detroit rock, MC5 e Thin Lizzy.

Mesmo sendo um apanhado de “sobras”, o álbum revela consistência estética: riffs diretos, solos cheios de feeling, backing vocals rasgados e aquele swing desbocado que sempre definiu o grupo. Não é porta de entrada ideal, mas funciona como complemento essencial para quem quer entender as camadas menos óbvias da discografia — um mapa das estradas paralelas que ajudaram a construir o som clássico da banda.

Destaques

1 – Long Gone Losers
2 – Pack Of Lies
7 – Disappointment Blues

Menos ouvidas

21 – What’d Ya Do?
22 – Speedfreak

Fatos interessantes

• O terceiro volume mantém a tradição iniciada nos anos 2000 de compilar lados B e faixas raras.

• Muitas músicas estavam disponíveis apenas em singles esgotados ou edições limitadas.

• Críticos destacaram que várias faixas têm qualidade comparável aos álbuns oficiais.

• A sonoridade revisita diferentes fases da banda, do garage mais cru ao hard rock mais polido.

• O título mantém o humor autodepreciativo característico do grupo.

• Algumas faixas eram pedidas por fãs há anos para reaparecer em formato físico ou streaming.

• A coletânea ajuda a mapear a evolução criativa da banda fora dos lançamentos principais.

• Recepção crítica geral foi positiva, especialmente entre veículos especializados em rock clássico.

Produção

Nicke Andersson, Dregen

Mudança de line

A coletânea reúne material de diferentes fases da banda, refletindo formações variadas ao longo dos anos, mas sem alterações específicas para este volume.

Formação

Nicke Andersson – voz, guitarra
Dregen – guitarra
Anders “Boba” Lindström – teclado, guitarra
Kenny Håkansson – baixo elétrico
Robert Eriksson – bateria

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