
Faith No More – The Real Thing
A entrada de Patton redefine tudo: metal alternativo expansivo, hits ousados e ambição renovada. O álbum que impulsiona a banda ao mainstream.

O Faith No More emergiu no final dos anos 1970/princípios dos anos 1980 na área de São Francisco, a partir da dissolução da banda antecedente Faith No Man. Com o baixista, o baterista e o tecladista como base, a banda passou por várias formações até estabilizar com um som híbrido — unindo rock alternativo, metal, funk e influências experimentais –, o que mais tarde se tornaria uma marca definitiva para o grupo.
A virada veio com a entrada do vocalista Mike Patton em 1988, que impulsionou o grupo para o sucesso com um estilo vocal versátil, som diversificado e coragem para misturar gêneros e desafiar convenções. Ao longo da carreira, a banda atravessou fases distintas — da ousadia inicial ao auge comercial no final dos anos 1980 e início dos 1990, até a experimentação sonora e a influência duradoura sobre o rock alternativo e metal moderno.
Quer começar a ouvir Faith No More? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

A entrada de Patton redefine tudo: metal alternativo expansivo, hits ousados e ambição renovada. O álbum que impulsiona a banda ao mainstream.

Obra intensa e experimental que desafia fórmulas e expectativas. A Faith No More atinge seu ápice criativo com ousadia sombria e desconcertante.

Um mergulho radical na experimentação: cada faixa vira um novo gênero, revelando a fase mais ousada, imprevisível e criativamente feroz do Faith No More.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
A formação ainda se consolidava e a banda explorava uma mistura crua de punk, funk e metal. O período traduz a busca por identidade e um espírito underground agressivo, guiado por experimentação e energia espontânea.

Estreia crua e sarcástica que mistura punk, funk e metal com energia inquieta. Um rascunho ousado do som único que a banda ainda lapidaria.

Produção mais sólida e ideias mais definidas mostram a banda evoluindo rápido. Um disco de transição que prepara terreno para a grande virada.
Com a entrada de Mike Patton, a banda atinge projeção internacional e amplia seu leque estilístico. O metal alternativo ganha camadas de humor, agressividade e ousadia rítmica, marcando uma fase decisiva de inovação sonora.

A entrada de Patton redefine tudo: metal alternativo expansivo, hits ousados e ambição renovada. O álbum que impulsiona a banda ao mainstream.

Obra intensa e experimental que desafia fórmulas e expectativas. A Faith No More atinge seu ápice criativo com ousadia sombria e desconcertante.
Após mudanças na formação, o grupo aprofunda a experimentação e explora diferentes atmosferas — do rock direto a arranjos mais sofisticados. É um momento de maturidade artística e reinvenção constante, ainda que marcado por tensões internas.

Um mergulho radical na experimentação: cada faixa vira um novo gênero, revelando a fase mais ousada, imprevisível e criativamente feroz do Faith No More.

Um encerramento elegante e melancólico: menos caos, mais coesão. O Faith No More abraça a maturidade com canções densas, diretas e carregadas de fim de ciclo.
Após um longo hiato, a banda retorna com vigor renovado. A sonoridade retoma o espírito alternativo e a experimentação característica, agora filtrados por maturidade e controle criativo. Um retorno que afirma identidade e longevidade.

Um retorno sombrio e cerimonial: arranjos contidos, atmosfera hipnótica e uma banda que transforma o peso dos anos em força estética renovada.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Rock alternativo e funk-metal cru e intenso, capturando ao vivo a energia explosiva de Faith No More no auge de sua forma.
Outras bandas envolvendo os integrantes do Faith No More.
Mr. Bungle
Em 1985, o vocalista Mike Patton fundou este grupo, explorando rock experimental e avant‑garde, muito mais excêntrico e livre que Faith No More.
Fantômas
Em 1998, o vocalista Mike Patton criou esse supergrupo de metal experimental, com sonoridade caótica, densa e cinematográfica.
Tomahawk
Em 2000, o vocalista Mike Patton formou esta banda com músicos de renome, investindo em um som mais sombrio e direto, entre o hard rock e o alternativo.
Peeping Tom
Em 2006, o vocalista Mike Patton lançou esse projeto solo com fortes elementos de trip hop, eletrônico e pop alternativo.
Imperial Teen
Em 1996, o tecladista Roddy Bottum fundou a banda indie pop com estética lo-fi e temas confessionais, mais suave que Faith No More.
Brujeria
Em 1993, o baixista Billy Gould colaborou com a banda de death/grind latino, trazendo uma faceta mais extrema e politizada ao seu currículo.
Taranataka
Em 2009, o baterista Mike Bordin participou desse projeto instrumental indiano, fundindo percussão clássica com rock alternativo.
Ozzy Osbourne
Em 1996, o baterista Mike Bordin assumiu a bateria da banda solo de Ozzy, trazendo seu peso e precisão ao heavy metal clássico.