
Upon a Burning Body – Blood of the Bull
Groove pesado, agressividade afiada e momentos de melodia calculada fazem de “Blood of the Bull” um dos registros mais intensos e equilibrados do grupo.

Nota média
de sites de crítica

Groove pesado, agressividade afiada e momentos de melodia calculada fazem de “Blood of the Bull” um dos registros mais intensos e equilibrados do grupo.

Um álbum pesado, mas previsível, com bons momentos, porém falha em entregar a profundidade e inovação dos álbuns anteriores.

Hardcore técnico e explosivo, com produção cirúrgica de Kurt Ballou e baterista convidado Nick Yacyshyn elevando a intensidade sonora.

Rock cru, sonoridade sonhadora e parcerias emocionantes, entregando uma experiência sonora única e cheia de surpresas. Um álbum tipicamente indie.

Bruce minimalista lidera 10 faixas sombrias com loops e sintetizadores a la Streets of Philadelphia – resultado: sessões introspectivas, cruas e surpreendentemente urbanas.

Pop rock afiado, refrões enormes e confissões adultas: Rob Thomas mira o presente com nostalgia dos 80s e entrega um disco curto, direto e radiofônico.