Angus McSix - Angus McSix And The All-Seeing Astral Eye

Angus McSix And The All-Seeing Astral Eye

2º álbum de estúdio​

Era

-

6.2

Nota média
de sites de crítica

Fantasia, synth e caos galáctico

O segundo capítulo do Angus McSix continua apostando naquele power metal de armadura reluzente, espada de plástico premium e refrão feito para ser berrado com um copo na mão. A troca de vocalista não desmonta o castelo: Sam Nyman entra bem no papel, segura os agudos e mantém o espírito bombástico da estreia, enquanto Sebastian Levermann puxa tudo para um terreno ainda mais colorido, sintético e espalhafatoso.

O problema é que nem sempre essa festa intergaláctica acerta o equilíbrio entre piada e pancada. Parte da imprensa elogiou o disco pelo carisma, pelos ganchos absurdamente grudentos e pela energia de campanha de RPG desgovernada; outra parte achou que os teclados ficaram altos demais, as guitarras perderam impacto e o humor passou do ponto.

No fim, é um álbum que troca a espada pelo sabre de neon: divertido, cafona de propósito e, às vezes, irresistível — mas menos afiado que o anterior.

Destaques

1 – 6666
2 – The Fire Of Yore
3 – I Am Adam McSix (feat. Rhapsody Of Fire)

Menos ouvidas

10 – The Power Of Metal (feat. Freedom Call)
11 – Into Battle

Fatos interessantes

• Este é o segundo álbum de estúdio do Angus McSix e o primeiro com Sam Nyman como protagonista da saga, agora no papel de Adam McSix.

• A faixa de abertura, “6666”, ainda traz Thomas Winkler passando simbolicamente o bastão para o novo herói.

• O disco saiu pela Napalm Records em 13 de março de 2026, exatamente no início da nova turnê europeia do grupo.

• O álbum tem 11 faixas e 41 minutos e 42 segundos de duração.

• “I Am Adam McSix” conta com participação do Rhapsody of Fire.

• “Dig Down” traz colaboração do Van Canto, reforçando o lado mais brincalhão e performático do projeto.

• “Techno Men” empurra a banda para um cruzamento inusitado entre power metal, dance-pop e metal industrial.

• Parte da crítica comparou o disco a uma sessão de Dungeons & Dragons regada a cerveja e refrões gigantes.

• Outra parte das resenhas reclamou que os teclados e synths engoliram um pouco o peso das guitarras e da bateria.

• O álbum aprofunda o universo narrativo da banda com novos personagens e mais ênfase no tom absurdamente épico e autoconsciente.

Produção

Sebastian Levermann

Mudança de line

Em relação ao debut, a banda trocou duas peças centrais: Thomas Winkler saiu em 2025 para dedicar mais tempo à família, e Sam Nyman assumiu os vocais como Adam McSix. Manu Lotter também deixou o grupo, abrindo espaço para Gerit Lamm na bateria. Além disso, Jasmin Pabst foi adicionada à formação na fase de divulgação do segundo álbum, ampliando o lado “party metal” e teatral do projeto.

Formação

Samuel Nyman – voz
Thalìa Bellazecca – guitarra
Jasmin Pabst – guitarra
Sebastian “Seeb” Levermann, Rafael Dobbs Roa – guitarra
Gerit Lamm – bateria

Músicos adicionais
Thomas Winkler – participação vocal em “6666”
Rhapsody of Fire – participação especial em “I Am Adam McSix”
Van Canto – participação especial em “Dig Down”
Turmion Kätilöt – participação especial em “Techno Men”
Freedom Call – participação especial em “The Power of Metal”

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