
Men at Work – Business as Usual
Estreia fulminante que uniu pop inteligente, identidade australiana e alcance global, transformando observação cultural em hits universais.

O Men at Work surgiu em Melbourne em 1979, quando o vocalista e guitarrista Colin Hay e o guitarrista Ron Strykert ampliaram um duo acústico para formar uma banda completa com Jerry Speiser, John Rees e Greg Ham. Com um som que misturava new wave, pop e toques de reggae, o grupo alcançou fama mundial no início dos anos 1980 graças a hits como Down Under e Who Can It Be Now?, impulsionados pelo sucesso na MTV e pelas paradas internacionais.
Durante sua breve, porém marcante carreira inicial, Men at Work tornou‑se um dos maiores nomes australianos no exterior, ganhando o Grammy de Best New Artist e vendendo milhões de discos antes de dissolver‑se em meados dos anos 1980. Episódios de tensão interna e mudanças de formação marcaram seus últimos anos, mas o legado da banda permanece forte como símbolo da new wave pop dos anos 80.
Quer começar a ouvir Men at Work? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Estreia fulminante que uniu pop inteligente, identidade australiana e alcance global, transformando observação cultural em hits universais.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Esta fase marca a ascensão meteórica do Men at Work, sustentada por uma sonoridade leve, espirituosa e altamente identificável. A banda projeta uma identidade australiana clara dentro do pop rock e da new wave, misturando grooves reggae, linhas de sax marcantes e letras observacionais. O frescor criativo e a química interna impulsionam um sucesso internacional imediato, transformando o grupo em um fenômeno cultural. É o período mais coeso e confiante da carreira, onde humor e apelo popular caminham juntos.

Estreia fulminante que uniu pop inteligente, identidade australiana e alcance global, transformando observação cultural em hits universais.

Sequência mais sombria e ambiciosa que trocou leveza por maturidade temática, confirmando o Men at Work como banda além do hype.
Aqui, a banda entra em um momento mais introspectivo e menos imediato, refletindo o desgaste causado pela fama acelerada e conflitos internos. O tom irônico dá lugar a composições mais sérias e emocionalmente diretas, enquanto o som se afasta da fórmula radiofônica inicial. Mudanças de formação e divergências artísticas enfraquecem a identidade coletiva, resultando em um trabalho mais pessoal, porém menos unificado. A era funciona como um encerramento melancólico de um ciclo iniciado com grande luminosidade.

Tentativa de atualização pop que revelou desgaste criativo e marcou o encerramento silencioso da fase clássica da banda.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Coletânea que condensa o auge criativo e comercial do Men at Work, reunindo os hits que definiram sua identidade pop e garantiram impacto duradouro nos anos 80.

Seleção profunda que vai além dos sucessos, revelando a solidez composicional e o lado menos óbvio do repertório do Men at Work.

Registro ao vivo que captura a banda em ascensão, exibindo energia crua, carisma de palco e a força que antecedeu o estrelato mundial.
Outras bandas envolvendo os integrantes do Men at Work.
Colin Hay
Em 1986, o vocalista e guitarrista Colin Hay inicia sua carreira solo, explorando um som mais introspectivo e acústico.
Ron Strykert
Em 2003, o guitarrista Ron Strykert lança o álbum solo Paradise, com sonoridade pop/rock melódica.