
Whitechapel – Hymns in Dissonance
Grito visceral de brutalidade e caos, com riffs pesados e vocais abrasivos, mantendo a tensão entre agressividade e melodia. Um dos trabalhos mais pesados da banda.

Nota média
de sites de crítica

Grito visceral de brutalidade e caos, com riffs pesados e vocais abrasivos, mantendo a tensão entre agressividade e melodia. Um dos trabalhos mais pesados da banda.

Renascimento sombrio do Behemoth, com Nergal pós-leucemia, fundindo brutalidade e arte em um blackened death metal transcendental.

Death metal brutal e ritualístico com riffs intensos, atmosfera sombria e execução impecável: um marco old school moderno.

Batidas eletrônicas e alma psicodélica: Parker reinventa Tame Impala com dance introspectivo e vulnerabilidade dançante.

Mistura magistral de doom e gótico, riffs potentes e atmosfera sombria que reafirma o legado do Paradise Lost.

Um pop elegante, franco e implacável: Lily Allen mistura melodias refinadas a letras de dor, traição e renascimento, em sua fase mais vulnerável.