Avatar - Avatar

Avatar

3º álbum de estúdio​

Era

Robótica de Gothenburg (2006–2009)

7.6

Nota média
de sites de crítica

Novo Avatar, novo som

No álbum autointitulado, a Avatar finalmente se permite respirar. O som ganha groove, peso rítmico e um toque de experimentação que começa a afastar o grupo da fórmula do death melódico. É como se a banda, agora mais madura, decidisse olhar para além do metal extremo e explorar territórios mais amplos — riffs mais sujos, vocais versáteis e uma pegada quase industrial em alguns momentos.

O disco funciona como uma espécie de manifesto: “este somos nós, e estamos prontos para ser diferentes”. O nome “Avatar” não é por acaso — ele simboliza um renascimento artístico. Ainda que não seja o mais coeso da carreira, é o ponto de virada que pavimenta o caminho para a teatralidade e o conceito visual que marcariam a banda a partir de então.

Destaques

1 – Queen of Blades
5 – Out of Our Minds
4 – Reload

Menos ouvidas

9 – Pigfucker
7 – Revolution of Two

Fatos interessantes

• Terceiro álbum de estúdio, lançado em 20 de novembro de 2009.

• Representa uma redefinição musical, com a introdução de elementos groove e refrões mais acessíveis.

• Foi o último disco gravado com a formação clássica antes da mudança de guitarrista.

• A capa simples e autointitulada simboliza um “recomeço” para o grupo.

• As faixas “Reload” e “Queen of Blades” mostram uma nova direção criativa.

• Gravado no Studio Gain, com produção mais experimental e arranjos de teclado e órgão.

• O disco foi importante para abrir portas fora da Escandinávia.

• Marca o início do distanciamento do death melódico tradicional rumo ao metal teatral.

Produção

Markus Tagaris

Mudança de line

Sem mudanças significativas

Formação

Johannes Eckerström – vocais lead
Jonas “Kungen” Jarlsby – guitarras
Simon Andersson – guitarras
Henrik Sandelin – baixo, backing vocals
John Alfredsson – bateria
Sebastian Olsson – guitarras adicionais, coros
Martin Hall – órgão, teclados

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