
AC/DC – Let There Be Rock
O rock elevado a religião: volume máximo, suor e fé elétrica em cada nota de Angus e Bon Scott.

Formada em Sydney em 1973 pelos irmãos Angus Young (guitarra‑solo) e Malcolm Young (guitarra‑ritmo), a banda consolidou um som direto, enérgico e enraizado no rock and roll, rejeitando complexidades excessivas e apostando em riffs marcantes, atitude crua e shows explosivos.
Em sua trajetória, AC/DC viveu momentos decisivos: desde a ascensão internacional no fim dos anos 70, passando pela trágica perda do vocalista Bon Scott em 1980, até o lançamento do monumental álbum “Back in Black”, que marcou o início da era do vocalista Brian Johnson. A banda deixou legado duradouro como uma das mais influentes do hard rock, vendendo mais de 200 milhões de discos no mundo inteiro.
Quer começar a ouvir AC/DC? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

O rock elevado a religião: volume máximo, suor e fé elétrica em cada nota de Angus e Bon Scott.

A combustão perfeita entre fúria e controle. Bon Scott lidera o AC/DC à glória global com riffs afiados e espírito indomável.

Luto transformado em triunfo: Back in Black é o renascimento elétrico do AC/DC com Brian Johnson nos vocais, o som do rock sobrevivendo à própria morte.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
A fase pioneira da banda, com a formação jovem sincronizando riffs furiosos e atitude “fábrica de rock” — o espírito da classe operária australiana plugado no amplificador. Bon Scott assume os vocais com irreverência, enquanto o som transita entre o blues‑rock e o hard rock puro.

O início elétrico do AC/DC: energia crua, riffs selvagens e a faísca que incendiaria o hard rock mundial.

A explosão definitiva: som direto, atitude feroz e Bon Scott guiando a banda rumo à identidade perfeita.

A estreia mundial do trovão australiano: riffs poderosos e irreverência em sua forma mais contagiante.

Rebeldia e sarcasmo em alta voltagem — o AC/DC transforma malícia em arte e peso em diversão pura.

O rock elevado a religião: volume máximo, suor e fé elétrica em cada nota de Angus e Bon Scott.

Energia crua e precisão crescente: Powerage marca a transição do caos juvenil para o som firme e pesado que moldaria o futuro do AC/DC.
AC/DC alcança o estrelato global com riffs icônicos e presença explosiva, mas enfrenta a morte precoce de Bon Scott. A entrada de Brian Johnson traz um novo fôlego, mantendo a essência feroz da banda e iniciando sua era mais lendária.

A combustão perfeita entre fúria e controle. Bon Scott lidera o AC/DC à glória global com riffs afiados e espírito indomável.

Luto transformado em triunfo: Back in Black é o renascimento elétrico do AC/DC com Brian Johnson nos vocais, o som do rock sobrevivendo à própria morte.

Hinos para multidões e canhões em punho: o AC/DC celebra o poder do rock com grandeza épica e confiança imperial.
Após o auge comercial, AC/DC entra numa fase de reinvenção turbulenta. A banda busca reafirmar sua identidade num cenário musical em constante mudança, alternando discos intensos com outros menos inspirados. Mudanças de formação, queda temporária de popularidade e lampejos de vigor marcam uma trajetória de sobrevivência criativa.

Depois da grandiosidade, o retorno à essência. Um disco cru, barulhento e orgulhosamente simples — o AC/DC de volta à garagem.

Rock cru em meio ao brilho dos anos 80 — imperfeito, pesado e teimoso, um grito elétrico contra o som plástico da época.

Riffs incendiários e energia revivida: a AC/DC reencontra a faísca e reafirma seu poder de palco com pura obstinação.

Renascimento em alto-voltagem: som limpo, energia colossal e hinos que recolocam a AC/DC no trono do hard rock.

O retorno do groove original — crueza, precisão e peso, guiados por riffs forjados no aço e suor da velha guarda.
Enfrentando o envelhecimento, doenças e saídas marcantes, AC/DC persiste como um farol do hard rock. A produção segue fiel ao som clássico, com álbuns que ecoam força, tributo e continuidade.

Blues e músculo em harmonia: a AC/DC abraça a maturidade com confiança e mantém a chama bruta acesa.

Um retorno grandioso após anos de silêncio, Black Ice reacende o motor do AC/DC com riffs elétricos, produção polida e pura energia de estrada.

Curto, direto e resiliente, Rock or Bust é o grito de continuidade de uma banda que, mesmo em crise, mantém a faísca acesa e o espírito intacto.

Um tributo vibrante a Malcolm Young, Power Up é a recarga de alta voltagem que reacende o som clássico do AC/DC com vitalidade e emoção.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Energia ao vivo crua da era Scott, riffs rápidos e show em Glasgow

Turnê The Razors Edge ao vivo: produção grande e clássicos da banda

Espaço de estádio, produção mega-ao-vivo, AC/DC veterana em nível máximo
Outras bandas envolvendo os integrantes do AC/DC.