AC/DC - Black Ice

Black Ice

15º álbum de estúdio​

Era

Herança & Perseverança (2000–2020)

7.1

Nota média
de sites de crítica

Retomada elétrica

Oito anos depois do último álbum de estúdio, o AC/DC voltou com Black Ice, um disco que soa como o retorno triunfante de um motor V8 engatando em primeira marcha. É o AC/DC em sua forma mais clássica: riffs potentes, vocais rasgados e batidas que parecem feitas para ecoar em arenas cheias de couro e cerveja. A produção de Brendan O’Brien deu um polimento moderno sem roubar o espírito crú do quinteto — as guitarras soam afiadas, e o groove tem um balanço firme, como se a banda tivesse acabado de sair da estrada direto para o estúdio.

Há momentos de energia pura, como “Rock ’n’ Roll Train” e “Big Jack”, e pequenas variações que mostram a banda um pouco mais solta, flertando com nuances de blues e boogie. Black Ice não tenta reinventar a roda: ele apenas a faz girar de novo com força total, reafirmando que, mesmo após décadas, o som de Angus e companhia continua sendo pura combustão rock’n’roll.

Destaques

1 – Rock N Roll Train
5 – War Machine
15 – Black Ice

Menos ouvidas

14 – Rocking All the Way
13 – Rock N Roll Dream

Fatos interessantes

• Primeiro álbum de estúdio da banda em oito anos, marcando o maior hiato da carreira do AC/DC.

• Produzido por Brendan O’Brien, conhecido por trabalhar com Pearl Jam e Rage Against the Machine.

• Gravado no Warehouse Studio, em Vancouver, com som analógico e enfoque em capturar a energia ao vivo.

• “Rock ’n’ Roll Train” se tornou um dos grandes hinos da fase moderna da banda e abriu todos os shows da turnê.

• O álbum estreou em primeiro lugar em 29 países, incluindo EUA, Reino Unido e Austrália.

• A capa foi lançada em cinco versões de cores diferentes, tornando-se item de colecionador.

• Malcolm Young gravou suas últimas linhas de guitarra completas antes de se aposentar por motivos de saúde.

• A turnê Black Ice World Tour durou quase dois anos e atraiu mais de 5 milhões de pessoas.

• Apesar de soar clássico, algumas faixas experimentam novas texturas e um toque de blues moderno.

• Considerado um dos álbuns mais consistentes da banda desde The Razor’s Edge (1990).

Produção

Brendan O’Brien

Mudança de line

Sem mudanças significativas

Formação

Brian Johnson – vocais
Angus Young – guitarra solo
Malcolm Young – guitarra base, vocais de apoio
Cliff Williams – baixo, vocais de apoio
Phil Rudd – bateria, percussão

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