
Black Sabbath – Dehumanizer
Sabbath mais brutal: riffs pesados, clima distópico e Dio (de volta só para esse) em modo furioso. Um soco sonoro sem espaço para misticismo ou esperança.

Nota média
de sites de crítica

Sabbath mais brutal: riffs pesados, clima distópico e Dio (de volta só para esse) em modo furioso. Um soco sonoro sem espaço para misticismo ou esperança.

Doom atmosférico e ocultista, com camadas densas e vocais hipnóticos em um disco coeso, sombrio e ritualístico.

Transição do death/doom para o gothic metal, com vocais limpos e atmosferas sombrias que redefinem a identidade sonora do Katatonia.

Encerrando a “Trilogia de Berlim”, este álbum mergulha em sons industriais e letras sombrias, redefinindo o synth-pop da banda.

Grooves funk, baladas emotivas e arranjos sofisticados marcam o sexto álbum da banda, com a nova voz de Joseph Williams e participações icônicas.

Debut AOR melódico com refrães cativantes, guitarras claras e teclados expressivos — rock acessível com pegada de estádio.