
Morten Harket – Wild Seed
Morten Harket troca o synthpop do a-ha por baladas introspectivas, folk pop classudo e dilemas existenciais à la Leonard Cohen nos fiordes.

Morten Harket troca o synthpop do a-ha por baladas introspectivas, folk pop classudo e dilemas existenciais à la Leonard Cohen nos fiordes.

Groove dançante com brilho à la Bee Gees, misturando disco festivo com a teatralidade monstruosa da banda.

Corda bamba entre o pop e o prog‑rock, marca o fim do Supertramp clássico com Hodgson se despedindo da banda e do palco.

Mistura de épicos como a faixa-título com momentos introspectivos, revelando um Queen maduro, reflexiva e emocional, no último álbum com Freddie Mercury vivo.

Rock clássico com produção datada; Brotherhood tenta reviver a era dourada dos Doobie Brothers, mas falta inovação e frescor.

“FUCK” é a mais pura potência da era Hagar, com mais guitarras, menos sintetizadores e com vocais intensos. O álbum transborda atitude, sem pedir licença.