Angra - Holy Land

Holy Land

2º álbum de estúdio​

Era

Ascensão Mítica com André Matos (1993–1998)

8.0

Nota média
de sites de crítica

A caravela do metal brasileiro

Se Angels Cry foi o grito de guerra, Holy Land é a viagem psicodélica de caravela: um power metal progressivo que bebe da música brasileira sem culpa. O Angra pega baião, maracatu, coral de igreja barroca e enche de riffs técnicos, fazendo tudo soar épico como se Milton Nascimento tivesse entrado no Dream Theater.

Inspirado na descoberta das Américas, o disco é quase uma ópera metal sobre o choque de culturas, recheado de momentos grandiosos e emocionais. Um trabalho ambicioso, cheio de camadas, que mostra a banda expandindo seu som para além do óbvio e fincando de vez seu nome entre os gigantes.

Destaques

3 – Nothing to Say
5 – Holy Land
8 – Make Believe

Menos ouvidas

10 – Deep Blue
7 – Carolina IV

Fatos interessantes

• Segundo álbum de estúdio do Angra, lançado em 1996 e considerado um marco na história do metal brasileiro.

• O conceito do álbum gira em torno da chegada dos europeus ao Brasil no século XVI.

• Mistura elementos de música folclórica brasileira, erudita e africana com heavy metal e prog.

• André Matos incorporou sons de instrumentos típicos como berimbau e percussões nordestinas.

• A faixa de abertura “Crossing” usa sons de mar, pássaros e instrumentos de época para criar clima de descoberta.

• O álbum foi gravado na Alemanha e em Londres, com produção de Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth.

• “Nothing to Say” é uma das músicas mais técnicas e rápidas da história da banda.

• Holy Land consolidou o sucesso do Angra no Japão, onde a banda se tornou fenômeno de vendas.

• A arte do álbum é baseada em mapas antigos do período das Grandes Navegações.

• O disco foi eleito um dos melhores álbuns de metal progressivo dos anos 90 por várias publicações especializadas.

Produção

Charlie Bauerfeind, Sascha Paeth

Mudança de line

Nenhuma alteração

Formação

André Matos – vocal principal, piano, arranjos orquestrais, teclados, órgão
Kiko Loureiro – guitarras, backing vocals, percussão adicional em “Holy Land”
Rafael Bittencourt – guitarras, backing vocals, percussão adicional em “Holy Land”
Luís Mariutti – baixo
Ricardo Confessori – bateria, percussão em “Holy Land”

Músicos convidados:
Mônica Thiele – vocal alto
Celeste Gattai – vocal soprano
Reginaldo Gomes – vocal baixo
Naomi Munakata – regente
The Farrambamba Vocal Group – coral
Sascha Paeth – computador, programação de teclados e arranjos orquestrais
Paulo Bento – flauta
Pixu Flores – cordas (berimbau)
Ricardo Kubala – viola
Castora – apito, tamborim e efeitos percussivos
Holger Stonjek – contrabaixo acústico

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