Power Paladin - Beyond The Reach Of Enchantment

Beyond The Reach Of Enchantment

2º álbum de estúdio​

Era

-

8.4

Nota média
de sites de crítica

Fantasia de aço em modo turbo

Beyond The Reach Of Enchantment soa como um grupo que voltou para a taverna de sempre, mas agora carregando armas melhores e um mapa bem mais ambicioso. O Power Paladin continua bebendo da fonte clássica de Helloween, Dio e Iron Maiden, só que com mais músculo melódico, refrães mais certeiros e um acabamento menos “camp” que na estreia.

As críticas em geral apontam justamente isso: não é um disco revolucionário, mas é um segundo capítulo muito mais afiado, equilibrando heroísmo, humor de fantasia e um senso de aventura que evita virar caricatura.

Quando arrisca um pouco mais, como nos contrastes de peso e clima, o álbum ganha personalidade; quando joga no seguro, ainda assim entrega hinos suficientes para fazer o ouvinte erguer uma espada imaginária no quarto.

Destaques

1 – Sword Vigor
5 – Aegis of Eternity
2 – Glade Lords of Athel Loren

Menos ouvidas

3 – The Royal Road
8 – Valediction

Fatos interessantes

• Este é o segundo álbum de estúdio da banda islandesa e chega quatro anos após a estreia With the Magic of Windfyre Steel.

• O disco tem apenas 8 faixas, mas passa de 48 minutos, apostando em músicas longas e clima de aventura contínua.

• “Sword Vigor” foi o primeiro single revelado e foi descrito pela própria banda como um power metal anthem inspirado pela NWOBHM.

• “Glade Lords of Athel Loren” ganhou lyric video antes do lançamento do álbum e ajudou a mostrar um lado um pouco mais agressivo do repertório.

• A arte do álbum é assinada por James Child, reforçando o imaginário de fantasia heroica que a banda cultiva desde o começo.

• A mixagem ficou a cargo de Haukur Hannes e a masterização de Frank de Jong, dupla frequentemente citada nos materiais promocionais do disco.

• Vários reviews destacaram o álbum como uma evolução da estreia: menos estreia empolgada, mais banda consciente do próprio alcance.

• Parte da recepção elogiou justamente o fato de o grupo não tentar reinventar o power metal, mas sim lapidar sua fórmula com mais confiança.

• O lançamento saiu via ROAR!, divisão da Reigning Phoenix Music, marcando uma nova fase de divulgação internacional para o grupo.

• As letras seguem mergulhadas em fantasia, mitologia e espírito de RPG, algo que já virou marca registrada do Power Paladin.

Produção

Haukur Hannes, Ingi Þórisson, Bjarni Egill Ögmundsson, Atli Guðlaugsson

Mudança de line

O sexteto islandês manteve a mesma base, o que ajuda a explicar por que este segundo disco soa como uma expansão natural da estreia, mais polida e confiante, sem mexer no DNA da banda.

Formação

Atli Guðlaugsson – voz
Ingi Þórisson, Bjarni Þór Jóhannsson – guitarras
Kristleifur Þorsteinsson – baixo elétrico
Einar Karl Júlíusson – bateria
Bjarni Egill Ögmundsson – teclados

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