Lamb of God - Into Oblivion

Into Oblivion

12º álbum de estúdio​

Era

-

8.1

Nota média
de sites de crítica

Lamb of God de volta ao modo guerra

Into Oblivion soa como o Lamb of God lembrando que ainda sabe entrar numa sala e virar a mesa com um só riff. Em vez de reinventar a roda, a banda pega sua máquina de guerra habitual, lubrifica as engrenagens e a faz roncar com mais fome do que nos discos imediatamente anteriores.

O resultado é um álbum curto, ríspido e musculoso, mas com desvios que evitam o piloto automático: “Sepsis” enfia ruído e tensão industrial no meio da pancadaria, “El Vacío” abre uma fenda melancólica quase grunge, e “St. Catherine’s Wheel” ou “Parasocial Christ” lembram por que essa cozinha ainda derruba parede.

A crítica, no geral, tratou o disco como um renascimento tardio: menos uma revolução e mais um retorno feroz ao instinto, como um veterano que troca o discurso pelo soco.

Destaques

2 – Parasocial Christ
7 – Blunt Force Blues
1 – Into Oblivion

Menos ouvidas

9 – A Thousand Years
10 – Devise / Destroy

Fatos interessantes

• O álbum foi lançado em 13 de março de 2026, quatro anos depois de Omens, mantendo o intervalo recente de estúdio da banda.

• Into Oblivion foi gravado em múltiplos locais, incluindo Richmond, o estúdio caseiro de Mark Morton e o lendário Total Access, em Redondo Beach.

• Randy Blythe explicou que o conceito do disco gira em torno da erosão do “contrato social”, especialmente nos Estados Unidos.

• “Sepsis”, “Parasocial Christ”, “Into Oblivion” e “Blunt Force Blues” saíram como singles antes do álbum completo.

• Vários críticos destacaram “Sepsis” como uma das faixas mais ousadas do disco, por puxar elementos de noise rock, tensão industrial e vocal quase falado.

• “El Vacío” virou uma espécie de carta-curinga do álbum: pesada, mas com um ar sombrio e melódico que lembrou Alice in Chains e até Tool em algumas resenhas.

• A crítica também apontou o disco como o trabalho mais convincente da banda em muitos anos, com comparações favoráveis a Resolution e até aos clássicos da fase 2000s.

• O álbum tem apenas 39:16, sendo um dos registros mais enxutos do Lamb of God em muito tempo.

• A mudança de logo da banda estreou nesta era, depois de Randy Blythe brincar que o desenho antigo parecia cardápio de restaurante de falafel.

• Mesmo com pequenos toques de experimentação, a maioria das resenhas concorda que o disco não abandona a assinatura da banda: groove, agressão, riffs retorcidos e indignação política.

Produção

Josh Wilbur

Mudança de line

Sem mudanças, o que reforça a sensação de continuidade após a estabilização da banda no pós-Chris Adler.

Formação

D. Randall Blythe – voz
Mark Morton, Willie Adler – guitarras
John Campbell – baixo elétrico
Art Cruz – bateria

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