Malevolence - Where Only the Truth Is Spoken

Where Only the Truth Is Spoken

4º álbum de estúdio​

Era

Êxodo Norte‑Americano (2022–2025)

8.7

Nota média
de sites de crítica

Golpe brutal com precisão cirúrgica

Em Where Only the Truth Is Spoken, a banda se mantém fiel ao som que construiu ao longo da década: riffs densos, breakdowns esmagadores e vocais brutais. Mas o que salta aos ouvidos é a precisão cirúrgica da produção assinada por Josh Wilbur — o mesmo que já trabalhou com Lamb of God, Gojira e Trivium — captada no lendário estúdio Studio 606 de Dave Grohl. O álbum abre com “Blood To The Leech”, introduzindo grooves reverberantes que lembram Crowbar com o impacto de Hatebreed.

A faixa “Salt The Wound” equilibra agressividade e melodia, com guitarras limpas que flertam com Corrosion Of Conformity antes de explodir em peso puro. Apesar de não se arriscarem em mudanças radicais, o disco cresce em nuance, mantendo o cerne slam e hardcore, mas adicionando momentos melódicos eficientes. Como disse Stephen Hill da Metal Hammer: “não há originalidade fingida – apenas os grooves irresistíveis e a qualidade constante da banda” . Já o Kerrang! comparou a banda a “tubarões” que não precisam evoluir para permanecer letais — um elogio à resistência e maturidade do novo trabalho .

Destaques

3 – If It’s All The Same To You
9 – In Spite
5 – Salt The Wound

Menos ouvidas

4 – Counterfeit
11 – With Dirt From My Grave

Fatos interessantes

• Foi gravado no Studio 606 (Dave Grohl) com o lendário console Neve 8078, o mesmo de Nirvana e Fleetwood Mac.

• Produção assinada por Josh Wilbur, vencedor do Grammy e conhecido por trabalho com Lamb of God e Trivium.

• Randy Blythe (Lamb of God) faz participação em “In Spite”.

• O videoclipe de “If It’s All The Same To You” traz o ator Alan Ford, famoso de Snatch.

• O álbum já figura como forte concorrente ao “álbum do ano” segundo jornais como Kerrang! e Metal Hammer.

• Uma faixa de destaque é “Salt The Wound”, elogiada por apresentar guitarras limpas e melodia dentro do tom pesado.

• Para fãs de Pantera, Crowbar e Killswitch Engage — o som caminha por esses universos e ainda imprime a identidade própria.

• É o primeiro álbum da banda gravado fora do Reino Unido, marcando uma evolução geográfica e sonora.

• A banda mantém formação estável desde 2010, o que reforça coesão e identidade sonora forte .

• A turnê de lançamento inclui datas no Reino Unido, Europa e Estados Unidos, começando já em junho de 2025.

Produção

Josh Wilbur

Mudança de line

Sem mudanças significativas

Formação

Alex Taylor – voz principal
Josh Baines – guitarra solo, backing vocals
Konan Hall – guitarra rítmica, co‑lead vocals
Wilkie Robinson – baixo
Charlie Thorpe – bateria

Músicos adicionais
Randy Blythe – vocals convidados em “In Spite”

Se gostou, também vai gostar de...

Full House Brew Crew - Glasgow Grin
Groove metal

Full House Brew Crew – Glasgow Grin

Groove metal feroz com toques de metalcore e death melódico, riffs incisivos e energia intensa: Glasgow Grin é um ataque brutal e coeso.

Malevolence - Self Supremacy
Beatdown hardcore

Malevolence – Self Supremacy

Metalcore britânico pesado com grooves groove metal, breakdowns intensos e produção mais refinada, consolidando a identidade da banda.

Space Of Variations - Poisoned Art
Electronicore

Space Of Variations – Poisoned Art

Metalcore explosivo com eletrônica pulsante e produção polida, equilibrando peso brutal e refrões feitos para grandes palcos.

Outros álbuns do mesmo ano

Spin Doctors - Face Full of Cake
Pop Rock

Spin Doctors – Face Full of Cake

Depois de 12 anos, Spin Doctors volta com um álbum irreverente, recheado de funk, blues e rock direto, trazendo a energia contagiante da banda que parece saído direto dos anos 90.

Persefone - Live in Andorra
Ao Vivo

Persefone – Live in Andorra

Metal progressivo técnico e orquestral, com nova energia vocal e arranjos épicos que transformam o show em experiência imersiva.

Amorphis - Borderland
Folk metal

Amorphis – Borderland

Guitarras elegantes, vocais poderosos e uma postura renovada: Borderland é o Amorphis mais maduro e melódico dos últimos anos.