Templar - Conquering Swords

Conquering Swords

1º álbum de estúdio​

Era

-

8.0

Nota média
de sites de crítica

Espadas erguidas no heavy metal

Conquering Swords soa como um portal aberto diretamente para 1984, mas com a lâmina recém-afiada em 2026. É heavy metal tradicional até a medula, daqueles que cheiram a couro, aço e pólvora imaginária, sem truques modernos ou verniz excessivo.

As guitarras duelam como cavaleiros em campo aberto, alternando riffs galopantes e melodias heroicas que grudam na mente com naturalidade. A base rítmica sustenta tudo com firmeza marcial, enquanto os vocais ecoam com um timbre que mistura bravura e dramatização épica, como se cada faixa narrasse uma saga esquecida. A produção mantém a crueza necessária para preservar o espírito oitentista, mas com clareza suficiente para destacar cada solo flamejante.

Não é apenas um exercício nostálgico: há convicção, sangue e suor em cada refrão. O álbum transforma clichês medievais em combustível energético, entregando um trabalho coeso, vibrante e assumidamente fiel às raízes — e é justamente nessa devoção sem ironia que reside sua força.

Destaques

7 – Trident
10 – Conquering Swords
2 – Witchking

Menos ouvidas

9 – White Wolf
8 – Shipwreck

Fatos interessantes

• Este é o álbum de estreia completo do Templar, após demos e singles lançados anteriormente.

• A produção foi guiada por Staffan Tengnér (conhecido por trabalhos em Century).

• O mastering foi feito por Patrick W. Engel no Temple of Disharmony.

• O álbum evoca atmosferas de fantasia medieval e temas de bravura e batalhas.

• Algumas faixas lembram o estilo de bandas clássicas como Heavy Load e Witch Cross.

• A faixa “The Sorceress” destaca-se por sua atmosfera mística e dinâmica mais lenta.

• “White Wolf” remete a sonoridades influenciadas por Mercyful Fate e King Diamond.

• A capa e estética visual lembram romances de fantasia épica clássica.

• O som do álbum equilibra nostalgia dos anos 80 com toques próprios e vigor recente.

Produção

Staffan Tengnér, Patrick W. Engel

Mudança de line

Primeira formação

Formação

Isak Neffling – voz & baixo
Gustav Harrysson – guitarras
Teddy Edoff – guitarras
Mille Lundström – bateria

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