
The Sisters of Mercy – Floodland
Virada épica e cinematográfica, marcada por sintetizadores grandiosos e atmosfera apocalíptica que redefiniu o som da banda.

O The Sisters of Mercy surgiu em Leeds, no início dos anos 1980, trazendo um som sombrio e atmosférico que combinava o post-punk com a melancolia gótica. A voz grave de seu vocalista e a batida mecânica da bateria eletrônica contribuíram para uma identidade marcada pelo mistério e pela intensidade emocional — distintivo de um movimento que redefinia o rock alternativo daquele tempo.
Com o passar dos anos, a banda passou por várias mudanças de formação, e o único membro fixo tornou-se o vocalista e principal compositor, mantendo vivo o espírito do grupo. Embora tenham lançado apenas três álbuns de estúdio, seu impacto no rock gótico e post-punk foi duradouro: influenciaram gerações de músicos e ajudaram a definir a estética e o tom melancólico do gênero. Mesmo sem novos lançamentos desde 1990, continuam fazendo turnês e preservando sua aura cult.
Quer começar a ouvir The Sisters of Mercy? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Virada épica e cinematográfica, marcada por sintetizadores grandiosos e atmosfera apocalíptica que redefiniu o som da banda.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Esta era marca a consagração da banda como voz do pós-punk e do rock gótico. Com uma sonoridade marcada por guitarras sombrias, batidas mecanizadas e uma aura melancólica, o álbum dessa fase cristaliza a estética fria, introspectiva e dramática da banda. É o momento em que a identidade sonora original — melancólica, soturna e com lirismo sombrio — se firma.

Estreia sombria que definiu o gothic rock com intensidade emocional, guitarras etéreas e clima de melancolia urbana.
Após a saída de membros importantes, o vocalista (e único remanescente original) assume o controle criativo e leva o som da banda para uma sonoridade mais ampla: guitarras atmosféricas, teclados, produção densa e arranjos que lembram paisagens sonoras góticas e épicas. A agressividade sutil do pós-punk dá lugar a uma melancolia grandiosa — a banda se transforma, quase como um ato teatral sombrio.

Virada épica e cinematográfica, marcada por sintetizadores grandiosos e atmosfera apocalíptica que redefiniu o som da banda.
Nesse ciclo, a banda transita para um rock mais direto, com influências de hard rock e até elementos industriais. Liricamente, há forte engajamento — o disco reflete insatisfação política e social, com tom mais agressivo e menos etéreo. A ambientação “gótica” cede espaço a um rock mais contundente e urbano, mostrando uma faceta diferente da banda: menos melancolia introspectiva, mais impacto e fúria.

Explosão gótica com pegada hard e crítica política afiada, unindo peso, ironia e reinvenção sem perder identidade.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Energia crua, clima gótico nascente e versões intensas revelam o Sisters antes da lapidação — essencial para entender suas raízes sonoras.
Outras bandas envolvendo os integrantes do The Sisters of Mercy.
The Sisterhood
Em 1985, o vocalista Andrew Eldritch inicia projeto paralelo, mais eletrônico e sombrio.
Ghost Dance
Em 1985, o guitarrista Gary Marx funda este grupo após sair, com sonoridade gótica alternativa.
The Mission
Em 1986, o guitarrista Wayne Hussey e o baixista Craig Adams formam a banda com pegada mais melódica, voltada para o hard rock.