The Molotovs - Wasted On Youth

Wasted On Youth

1º álbum de estúdio​

Era

Juventude Desperdiçada, Identidade Forjada (2026–presente)

7.8

Nota média
de sites de crítica

O grito de uma nova geração

Wasted On Youth soa como um soco direto no estômago: curto, urgente e impossível de ignorar. O disco canaliza o DNA do punk britânico clássico, mas evita o pastiche ao misturá-lo com garage rock cru e uma estética new wave nervosa, sempre guiada por riffs secos e batidas que parecem prestes a sair do controle.

As músicas são diretas, quase impacientes, refletindo uma juventude cansada de promessas vazias e discursos prontos. Há uma sensação constante de urgência, como se cada faixa precisasse dizer tudo antes que o tempo acabe. A produção de Jason Perry mantém o som propositalmente áspero, sem polimento excessivo, reforçando a identidade visceral da banda. Em vez de reinventar o gênero, The Molotovs apostam na honestidade e na atitude, entregando um álbum que funciona como manifesto geracional: imperfeito, barulhento e cheio de convicção.

Destaques

11 – Today’s Gonna Be Our Day
3 – More More More
9 – Rhythm Of Yourself

Menos ouvidas

1 – Get A Life
2 – Daydreaming

Fatos interessantes

• The Molotovs formaram a banda ainda na adolescência e construíram reputação primeiro no circuito underground londrino, tocando em pubs e pequenos clubes antes de qualquer contrato.

• Antes do lançamento de Wasted On Youth, o grupo já havia realizado centenas de shows, algo incomum para uma banda com apenas singles lançados oficialmente.

• O álbum foi gravado quase todo ao vivo em estúdio, com poucas sobreposições, para preservar a energia caótica das apresentações ao vivo.

• Jason Perry optou por uma produção minimalista, evitando correções digitais excessivas e mantendo erros sutis como parte da identidade do disco.

• Várias letras foram escritas durante turnês curtas pelo Reino Unido, muitas delas em vans ou camarins, reforçando o tom imediatista do álbum.

• A faixa-título “Wasted On Youth” tornou-se uma das menos tocadas, apesar de ser considerada por críticos uma das mais conceituais do disco.

• Críticos destacaram a influência do punk britânico dos anos 70 e do mod revival, mas elogiaram a ausência de nostalgia gratuita.

• O álbum foi frequentemente descrito pela imprensa como “raivoso, mas consciente”, equilibrando rebeldia juvenil e comentário social.

• Parte da arte visual do disco foi desenvolvida em paralelo às músicas, reforçando a ideia de álbum como manifesto estético e não apenas musical.

Produção

Jason Perry

Mudança de line

Comparado à formação nos singles anteriores ao álbum, o membro Ice Dob saiu da banda e foi substituído por Will Fooks na bateria.

Formação

Mathew Cartlidge – voz e guitarra
Issey Cartlidge – baixo e vocais de apoio
Will Fooks – bateria

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