
The Clash – Cut the Crap
Cut the Crap tenta um rock com sintetizador e bateria eletrônica, mas perde a essência dos Clash. Um disco apressado, com produção pesada e letras simplistas, refletindo o fim frustrado da banda.

Nota média
de sites de crítica

Cut the Crap tenta um rock com sintetizador e bateria eletrônica, mas perde a essência dos Clash. Um disco apressado, com produção pesada e letras simplistas, refletindo o fim frustrado da banda.

Despedida em alto estilo: energia punk crua, clássicos imortais e convidados icônicos marcam o fim dos Ramones com atitude total.

Disco cru, rápido e irônico, gravado no impulso, celebrando o caos e a urgência do rock sem filtros.

Gravação ao vivo sem overdubs, Alchemy mostra o Dire Straits em performances estendidas e autênticas, destacando a maestria de Knopfler.

Um rock pulsante, hinos da classe trabalhadora e sintetizadores oitentistas: Born in the U.S.A. fez de Springsteen um ícone e se tornou seu álbum mais vendido de todos os tempos.

Rush pegando a paranoia dos anos 80, misturando gelo, guerra fria e drama existencial em sintetizadores cortantes e versos de gelar a espinha.