
Depeche Mode – Black Celebration
Encerrando a “Trilogia de Berlim”, este álbum mergulha em sons industriais e letras sombrias, redefinindo o synth-pop da banda.

Nota média
de sites de crítica

Encerrando a “Trilogia de Berlim”, este álbum mergulha em sons industriais e letras sombrias, redefinindo o synth-pop da banda.

Polari de Olly Alexander mistura synth-pop dos anos 80 e alt-pop queer, mas peca pela falta de profundidade nas letras e convicção artística.

Synth-pop grandioso e político, com Trevor Horn elevando arranjos orquestrais e letras afiadas em um dos discos mais ambiciosos da dupla.

O ápice do sarcasmo (e do The Smiths) e melancolia britânica, com guitarras afiadas e letras memoráveis que misturam humor e drama com perfeição.

Voz teatral, riffs lentos e clima épico: o disco que redefiniu o doom metal e o transformou em tragédia melódica e dramática.

Com Brian Howe nos vocais, a banda adentrou os anos 80 com uma sonoridade mais voltada para o AOR e elementos pop.