
Duran Duran – Danse Macabre
Dark disco e synth-pop com a volta de Andy Taylor, trazendo o clima do show de Halloween que a banda fez em 2022 e a ousadia clássica do Duran Duran.

Nota média
de sites de crítica

Dark disco e synth-pop com a volta de Andy Taylor, trazendo o clima do show de Halloween que a banda fez em 2022 e a ousadia clássica do Duran Duran.

Combinando sintetizadores vintage e produção moderna, este trabalho reafirma o Depeche Mode como mestres do synth-pop contemporâneo.

Um pop futurista com botas de cowboy: Music mistura batidas eletrônicas, vocoder e introspecção, confirmando Madonna como camaleoa do pop.

Mistura de AOR, blues, jazz-fusão e rock progressivo com vocais marcantes e solos precisos: um álbum ambicioso para fãs de alta técnica (na volta de Bobby Kimball).

Trilha orquestral cinematográfica com uma única faixa vocal: Elton explora ambientações instrumentais e sensações sutis.

Consolidação da transição, ainda mais brutal, do Behemoth para o blackened death metal, unindo ferocidade e blasfêmia em um marco sonoro.