Avatar – Thoughts of No Tomorrow
Fúria juvenil e melodia em combustão: a estreia da Avatar é um rugido cru de energia e ambição em estado bruto.

Nota média
de sites de crítica
Fúria juvenil e melodia em combustão: a estreia da Avatar é um rugido cru de energia e ambição em estado bruto.

Riffs poderosos, baladas grandiosas e uma produção impecável, mas dentro da zona de conforto de Tremonti.

Hardwired…to Self-Destruct resgata o thrash de Metallica com energia renovada, solos marcantes e agressividade, apesar da produção falha.

Ao vivo, visceral e intemporal: a performance lendária de Milton Keynes 1995, remasterizada com paixão e força emocional intactas.

Show ao vivo revitalizado com fúria mod dos anos 70: riffs intensos, destruição ritual e performance histórica do The Who em seu auge.

Uma série de relatos sobre cultos, psicopatas e canibais. Mistura de psicologia do mal com grooves intensos, usando post-punk explosivo e arranjos progressivos.