
Black Sabbath – The Eternal Idol
Riffs pesados e melódicos, com Tony Martin nos vocais, trazendo uma vibe mais introspectiva e menos sombria, em contraste com os álbuns anteriores.

Nota média
de sites de crítica

Riffs pesados e melódicos, com Tony Martin nos vocais, trazendo uma vibe mais introspectiva e menos sombria, em contraste com os álbuns anteriores.

Basicamente uma coletânea ao vivo da primeira fase da banda, com grande produção e teatralidade, mas sem a intensidade de uma performance única e completa.

Everest traz Halestorm em seu estado mais cru e ousado: riffs poderosos, vocais intensos e narrativa sonora arrebatadora.

Marillion ao vivo em seu auge neo‑prog: arranjos alongados, performance intensa e atmosfera crua, entre Script e Fugazi.

New wave e funk com guitarras afiadas e a voz carismática de Hutchence, criando um som dançante e sofisticado com a produção de Nile Rodgers.

Bowie aposta em covers e pop acessível, mas “Tonight” carece da ousadia criativa que marcou seus trabalhos anteriores.