Metallica - Hardwired... to Self-Destruct

Hardwired... to Self-Destruct

10º álbum de estúdio​

Era

Retorno às Raízes (2008–2016)

7.2

Nota média
de sites de crítica

Hardwired: A Ressurreição do Thrash

Metallica, com Hardwired…to Self-Destruct, tenta resgatar sua essência dos primeiros dias, criando um álbum com mais energia e diversão do que suas últimas tentativas. O disco é dividido entre faixas rápidas, que lembram os áureos tempos de Ride the Lightning, e outras mais pesadas e sombrias, inspiradas no Sabbath.

As primeiras faixas, como “Hardwired” e “Moth Into Flame”, são carregadas de adrenalina, enquanto o segundo disco se arrasta em uma monotonia sem grandes surpresas. Kirk Hammett, agora mais presente, traz solos marcantes, mas a produção do álbum sofre com uma mixagem ruim da bateria de Lars Ulrich (mais uma vez). James Hetfield, por sua vez, retorna ao estilo agressivo e direto de suas melhores fases, embora escorregue ocasionalmente em melodramas desnecessários.

Destaques

1. Hardwired
4. Moth Into Flame
2. Atlas, Rise!

Menos ouvidas

10. Am I Savage?
8. ManUNkind

Fatos interessantes

• O álbum aborda temas como o niilismo e o pessimismo, com o título inspirado em uma frase que James Hetfield ouviu: “Hardwired… Hardwired to Self-Destruct”. ​

• Este é o primeiro álbum de estúdio do Metallica sem contribuições de Kirk Hammett na composição das músicas, devido à perda de seu iPhone contendo cerca de 250 riffs. ​

• A faixa “Murder One” é uma homenagem ao falecido líder do Motörhead, Lemmy Kilmister, e o título da música foi inspirado no amplificador favorito de Lemmy. ​

• O álbum estreou em primeiro lugar na Billboard 200, vendendo 291.000 unidades na primeira semana, e foi o álbum de heavy metal mais vendido de 2016 nos Estados Unidos. ​

• Produzido por Greg Fidelman, James Hetfield e Lars Ulrich, o álbum apresenta uma colaboração mais focada entre os membros da banda, especialmente devido à ausência de contribuições de Hammett na composição. ​

• O álbum foi certificado como platina nos Estados Unidos em 2017, indicando vendas superiores a 1 milhão de cópias. ​

• A banda lançou vídeos para todas as faixas do álbum, disponibilizando-os no YouTube para os fãs. ​

• O álbum incorpora influências do thrash metal clássico, com faixas como “Atlas, Rise!” e “Spit Out the Bone” sendo destacadas como exemplares do estilo. ​

• Robert Trujillo, além de tocar baixo, contribuiu com vocais de apoio na faixa “Dream No More”.

Produção

Greg Fidelman, James Hetfield, Lars Ulrich

Mudança de line

Nenhuma alteração

Formação

James Hetfield – vocais, guitarra rítmica, segundo solo de guitarra em “Now That We’re Dead”
Kirk Hammett – guitarra solo
Robert Trujillo – baixo, vocais de apoio em “Dream No More”
Lars Ulrich – bateria

Se gostou, também vai gostar de...

Ozzy Osbourne - Ozzmosis
Heavy metal

Ozzy Osbourne – Ozzmosis

Metal sombrio com riffs potentes, letras pessoais e produção moderna — o retorno de Ozzy com peso emocional, energia renovada e formação única.

Led Zeppelin - Sem título (Led Zeppelin IV)
Hard rock

Led Zeppelin – Sem título (Led Zeppelin IV)

O álbum sem título do Led Zeppelin é o auge do hard rock, com riffs imortais, bateria divina e uma mistura única de peso e arte, marcando o gênero. Starway to Heaven está nele.

Black Sabbath - Headless Cross
Heavy metal

Black Sabbath – Headless Cross

Renascimento do Sabbath, com temas místicos e guitarras afiadas. Um metal gótico, pesado e sombrio, com a estreia de Cozy Powell na bateria.

Outros álbuns do mesmo ano

Lady Gaga - Joanne
Dance pop

Lady Gaga – Joanne

Uma jornada pessoal e introspectiva, onde Gaga mergulha em raízes country e rock, revelando vulnerabilidades e homenageando sua história familiar.​

Kings of Leon - Walls
Indie

Kings of Leon – Walls

Um Kings of Leon mais polido e introspectivo, com indie rock limpo e baladas etéreas, mas sem o fogo visceral dos álbuns anteriores.