
Milton Nascimento, Lô Borges – Clube da Esquina
MIlton e Lô em uma fusão brilhante de MPB, jazz e rock que transformou Minas em universo sonoro e liberdade criativa em poesia musical. Uma das obras mais importantes da música brasileira.

Lô Borges emergiu como uma das vozes centrais do movimento musical mineiro conhecido como Clube da Esquina, cujo epicentro foi Belo Horizonte, no final dos anos 1960 e início dos 1970. Em parceria com Milton Nascimento, ele ajudou a conceber o álbum duplo Clube da Esquina (1972) que mesclou MPB, jazz, rock, folk e psicodelia em uma moldura artística e culturalmente significativa para o Brasil.
Aos 19 anos ele lançou seu primeiro álbum solo (apelidado “Disco do Tênis”) e, ao longo das décadas, desenvolveu uma discografia que incorpora poesia das letras, arranjos inventivos e uma musicalidade marcada pela mineiridade e experimentação. Seu legado inclui canções que atravessam gerações, influência estilística para músicos contemporâneos e reconhecimento crítico como compositor essencial da MPB.
Quer começar a ouvir Lô Borges? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

MIlton e Lô em uma fusão brilhante de MPB, jazz e rock que transformou Minas em universo sonoro e liberdade criativa em poesia musical. Uma das obras mais importantes da música brasileira.

Juventude e instinto em forma de som: o “Disco do Tênis” mistura MPB e psicodelia num retrato cru de descoberta e liberdade.

Canções lendárias ganham corpo sinfônico e brilho renovado — Lô Borges celebra meio século transformando memória em grandeza.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Este período marca a emergência de Lô Borges como filho musical do movimento mineiro e da cena contracultural brasileira dos anos 70, com forte participação no coletivo Clube da Esquina. Combinava influências de Beatles, jazz, MPB e rock, refletindo os ventos de mudança sob a ditadura. A atitude era de descoberta, experimentação e afirmação de identidade — mineira, urbana e moderna.

MIlton e Lô em uma fusão brilhante de MPB, jazz e rock que transformou Minas em universo sonoro e liberdade criativa em poesia musical. Uma das obras mais importantes da música brasileira.

Juventude e instinto em forma de som: o “Disco do Tênis” mistura MPB e psicodelia num retrato cru de descoberta e liberdade.

Após o silêncio, Lô Borges retorna mais sereno: pop mineiro, melodias solares e maturidade em órbita da emoção.
Nesta era, Lô Borges passa por uma fase de consolidação artística: assume mais seu papel como autor e músico solo, expande o leque estilístico e profissionaliza sua obra, mesmo com menos visibilidade de massa. Há introspecção, refinamento e o enfrentamento dos desafios do mercado musical brasileiro dos anos 80 e início dos 90.

Afeto em harmonia: a família Borges transforma o convívio em canção, unindo MPB, samba e amor fraterno.

Som leve e contemplativo: Lô Borges une MPB e sintetizadores num voo introspectivo de pura liberdade melódica.

Orquestra mineira em forma de sonho: Lô Borges une lirismo e sofisticação em um disco de maturidade e luz própria.

Um retorno íntimo e silencioso: entre voz, violão e contemplação, Lô redescobre sua essência com doçura e leveza.
Depois de um hiato e das transformações no cenário da música brasileira, Lô retorna com vigor, abraçando colaborações, revisitações de sua obra e criando uma nova estética mais aberta — convivendo com MPB, rock, pop e a nostalgia de sua trajetória. É também uma fase de reaparecimento e reconhecimento renovado.

Tradição e modernidade se cruzam em arranjos vivos; Lô Borges mistura poesia mineira com frescor contemporâneo.

Lô ganha fôlego coletivo e energia elétrica; Bhanda transforma poesia em movimento, leveza em pulsação.

Com serenidade e beleza orquestral, Lô Borges atinge o equilíbrio entre emoção, silêncio e melodia pura.

Retorno elegante à MPB com pitadas de rock, parceria com grandes nomes e maturidade sonora.
Na fase mais recente, Lô Borges retoma um ritmo intenso de produção, com liberdade criativa plena, parcerias novas, revisitação de temas mineiros/urbanos e reflexões sobre sua própria trajetória. Ele assume seu lugar como mestre veterano que ainda experimenta, dialoga com gerações e revisita o mapa da música.

Leve suíte de MPB/folk, método digital de composição e retorno após hiato.

Urgência criativa e potência rock/MPB, refletindo início da pandemia.

Rock de veterano consciente, parceria fraterna restaurada e recorte contemporâneo.

Lô reacende o espírito do Clube da Esquina em um disco cálido e maduro, onde memória e frescor brilham na mesma chama melódica.

Guitarras urbanas e poesia moderna transformam Lô Borges em cronista da pressa — um som elétrico sem perder a alma mineira.

Entre sonho e nostalgia, Lô desce por melodias psicodélicas e suaves, em um álbum de beleza fluida e introspecção luminosa.

Em dueto com Zeca Baleiro, Lô transforma o caos moderno em poesia aérea — um retrato maduro e afetivo do tempo presente.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Intimista e despojado, Lô transforma clássicos em confissões acústicas — voz e violão em pura comunhão com o público.

Releituras suaves e caseiras revelam o artista em paz com sua história — um reencontro entre memória e melodia.

Duas gerações mineiras em harmonia: pop e poesia se encontram num show vibrante, repleto de emoção e cumplicidade.

Celebração elétrica dos clássicos do Clube da Esquina, com banda afiada e público em coro — festa e reverência em equilíbrio.

Canções lendárias ganham corpo sinfônico e brilho renovado — Lô Borges celebra meio século transformando memória em grandeza.
Sem projetos paralelos.