
Kula Shaker – K
Estreia psicodélica que fundiu Britpop, misticismo oriental e melodias fortes, posicionando a banda como um desvio espiritual no rock britânico dos anos 90.

O Kula Shaker é uma banda inglesa de rock psicodélico que emergiu no cenário musical em meados dos anos 1990, no auge do britpop, mas sempre com uma identidade distinta que incorpora influências da música indiana e espiritualidade em sua sonoridade. Fundada em Londres por Crispian Mills e Alonza Bevan, a banda alcançou grande sucesso comercial com seu álbum de estreia K e singles como “Tattva” e “Hey Dude”, misturando guitarras rock com instrumentos e temáticas pouco comuns ao rock britânico da época.
Após uma separação em 1999, o grupo se reuniu em 2004 e tem lançado álbuns ao longo das décadas seguintes, mantendo uma base de fãs leal e exercendo influência sobre bandas psicodélicas posteriores. Seu legado está ligado não só ao revival psicodélico nos anos 90, mas também ao uso de elementos culturais e místicos que diferenciam sua obra no panorama do rock britânico.
Quer começar a ouvir Kalu Shaker? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Estreia psicodélica que fundiu Britpop, misticismo oriental e melodias fortes, posicionando a banda como um desvio espiritual no rock britânico dos anos 90.

Segundo álbum mais ambicioso e irregular, trocando apelo pop por longas viagens psicodélicas e ampliando o caráter cult da banda.

Psicodelia direta e energética, com riffs imediatos e produção crua, que rejuvenesce o som da banda sem negar seu legado.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
A estreia da banda ocorre no auge do britpop, mas com uma identidade singular: psicodelia sessentista, espiritualidade hindu, mantras em sânscrito e riffs herdados do rock clássico. O Kula Shaker surge como um contraponto místico e idealista ao cinismo da cena britânica da época, equilibrando ambição pop e transcendência cultural.

Estreia psicodélica que fundiu Britpop, misticismo oriental e melodias fortes, posicionando a banda como um desvio espiritual no rock britânico dos anos 90.

Segundo álbum mais ambicioso e irregular, trocando apelo pop por longas viagens psicodélicas e ampliando o caráter cult da banda.
Após a dissolução e um período de silêncio, a banda retorna menos preocupada com tendências e mais focada em aprofundar sua essência psicodélica. O som se torna mais orgânico e contemplativo, refletindo uma fase de reconexão artística, amadurecimento lírico e resgate da espiritualidade como força criativa central.

Retorno sóbrio e maduro após o hiato, com canções diretas, produção limpa e foco em reafirmar identidade sem excessos conceituais.

Disco conceitual e atemporal que sintetiza espiritualidade, tradição britânica e psicodelia clássica em um trabalho coeso e contemplativo.
Esta era representa um diálogo consciente com o próprio passado: a banda revisita sua estética clássica, mas com produção moderna e olhar nostálgico controlado. Há uma celebração da mitologia do Kula Shaker, agora filtrada por décadas de experiência, espiritualidade menos ingênua e uma abordagem mais coletiva e ritualística.

Retorno consciente às raízes psicodélicas, com maturidade, identidade reafirmada e foco em atmosfera espiritual, não em impacto comercial.

Gravação ao vivo que transforma o show em ritual, destacando improviso, repetição hipnótica e a dimensão coletiva da banda no palco.
Confortável com seu legado, o grupo abraça uma psicodelia vibrante e expansiva, combinando melodias acessíveis, energia roqueira e imagética mística com confiança renovada. Esta fase soa menos como retorno e mais como continuidade viva, com a banda funcionando como alquimista de seu próprio cânone.

Psicodelia direta e energética, com riffs imediatos e produção crua, que rejuvenesce o som da banda sem negar seu legado.
A banda não possui registros oficiais de performances ao vivo.
Outras bandas envolvendo os integrantes do Kula Shaker.
The Jeevas
Em 2002, o vocalista/guitarrista Crispian Mills formou The Jeevas, banda de rock alternativo. O som é mais focado em rock tradicional dos anos 60/70, menos psicodélico que o Kula Shaker.
Johnny Marr
Em 2003, o baixista Alonza Bevan participou da banda liderada por Johnny Marr, lançando o álbum Boomslang com rock alternativo/indie variado, diferente do estilo raga/psicodélico do Kula Shaker.
Tumblewild
Em 2014, o baixista Alonza Bevan formou a banda com sua esposa Audrey Evans, com um som indie/folk rock mais suave que o Kula Shaker.