
Joyce Manor – Joyce Manor
Estreia crua e explosiva que traduziu ansiedade juvenil em punk direto, curto e confessional, definindo o DNA da banda.

Joyce Manor surgiu em 2008 em Torrance, na Califórnia, no meio da cena punk local, quando os amigos Barry Johnson e Chase Knobbe decidiram formar uma banda durante uma tarde no estacionamento da Disneylândia. Com canções deliberadamente curtas e intensas, o grupo rapidamente ganhou notoriedade entre cenas punk e emo por suas letras diretas e melodias cativantes, conquistando fãs através de boca‑a‑boca e redes sociais.
Ao longo da década seguinte, Joyce Manor manteve uma trajetória de crescimento contínuo, assinando com o selo Epitaph Records e lançando uma série de álbuns influentes que ajudaram a revitalizar o pop punk e o emo moderno. Com uma discografia que combina momentos de nostalgia e evolução sonora, a banda consolidou uma base fiel de fãs e um legado duradouro no cenário alternativo contemporâneo.
Quer começar a ouvir Joyce Manor? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Estreia crua e explosiva que traduziu ansiedade juvenil em punk direto, curto e confessional, definindo o DNA da banda.

Salto criativo que equilibra urgência e maturidade, com refrões fortes e produção mais clara, consolidando o Joyce Manor.

Retorno cru e veloz às raízes punk, curto e agressivo, equilibrando maturidade lírica com a urgência visceral do início da carreira.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
A estreia da banda acontece de forma crua, urgente e quase sem filtros, refletindo um espírito DIY profundamente enraizado no punk californiano. As composições são curtas, emocionais e diretas, com letras que soam como confissões gritadas entre amigos. Essa era captura a sensação de crescimento caótico, insegurança e frustração juvenil, estabelecendo a identidade intensa e minimalista do grupo.

Estreia crua e explosiva que traduziu ansiedade juvenil em punk direto, curto e confessional, definindo o DNA da banda.

Disco minimalista e introspectivo que radicaliza o lo-fi e a vulnerabilidade emocional, funcionando como retrato de esgotamento.
Nesta fase, o Joyce Manor encontra um equilíbrio mais refinado entre agressividade e melodia, sem perder a urgência emocional. A produção se torna mais limpa, os refrães mais marcantes e as músicas mais estruturadas. Há um amadurecimento na escrita, com ansiedade e relações pessoais tratadas de forma mais consciente e acessível.

Salto criativo que equilibra urgência e maturidade, com refrões fortes e produção mais clara, consolidando o Joyce Manor.

Transição decisiva do Joyce Manor: produção limpa, refrões mais claros e emoção controlada, marcando o amadurecimento da banda sem romper com o punk.
O som se expande para além do punk estrito, incorporando influências do indie e alternative dos anos 90. As canções respiram mais e exploram dinâmicas e texturas, refletindo um período de introspecção e deslocamento emocional. A banda encara o peso da vida adulta com menos explosão e mais contemplação.

Punk melódico ensolarado e confiante, onde a urgência vira power pop direto, acessível e irônico, consolidando a fase mais pop da banda.

Retorno cru e veloz às raízes punk, curto e agressivo, equilibrando maturidade lírica com a urgência visceral do início da carreira.
Esta era aponta para um Joyce Manor mais sóbrio e autoconsciente, escrevendo a partir da exaustão emocional e da aceitação das próprias contradições. O foco deixa de ser a urgência juvenil e passa para a observação dos próprios limites, com uma melancolia contida e madura. É a banda olhando para trás sem nostalgia fácil.

Pop-punk nostálgico e direto, que troca urgência juvenil por reflexões maduras sem perder refrões curtos e emotivos.
A banda não tem registros oficiais de performances ao vivo.
Outras bandas envolvendo os integrantes do Joyce Manor.
Fever Kids
Em 2000s, o vocalista e guitarrista Barry Johnson e o baixista Matt Ebert tocaram neste grupo post‑hardcore/folk‑punk antes de fundar Joyce Manor. (Som mais cru e agressivo)