Goldfinger - Nine Lives

Nine Lives

9º álbum de estúdio​

Era

Resiliência Moderna e Afirmação Final (2020–2026)

6.5

Nota média
de sites de crítica

Ska-punk renascido (e ainda barulhento)

Nine Lives traz o Goldfinger reafirmando sua fórmula clássica de punk rápido com pitadas de ska — quase um manifesto de longevidade em um gênero que viu tantos nomes desaparecerem. O disco equilibra a energia frenética de faixas como “Chasing Amy” com a esperada explosão pop-punk com convidados de peso como Mark Hoppus e Jim Lindberg, adicionando frescor sem perder a identidade.

Enquanto revisita suas raízes dos anos 90 com atitude implacável, há momentos em que a produção pode soar um pouco datada ou excessivamente processada para alguns ouvidos críticos, reflexo das escolhas de Feldmann como produtor e do peso de uma carreira tão extensa. Isso cria um efeito onde o álbum soa vibrante e um tanto familiar — divertido, mas sem grandes revoluções — excelente para fãs antigos, porém com resenhas mistas quanto à sua inovação sonora.

Destaques

2 – Freaking Out a Bit (feat. Mark Hoppus)
1 – Chasing Amy
3 – Last One Standing (feat. Jim from Pennywise)

Menos ouvidas

12 – College
10 – Killswitch

Fatos interessantes

• O álbum provocou polêmica devido à arte da capa, que alguns fãs acreditam ter sido gerada por IA, gerando debates sobre autenticidade visual.

• Nine Lives é o primeiro álbum do Goldfinger em seis anos, desde Never Look Back (2020).

• Conta com participações de Mark Hoppus (Blink-182) e Jim Lindberg (Pennywise), trazendo personalidades marcantes do punk para o projeto.

• A faixa “Freaking Out a Bit” foi coescrita e apresenta Mark Hoppus em vocal, destacando uma ponte entre gerações do pop-punk.

• Spencer Charnas (Ice Nine Kills) contribui vocais em “Derelict”, expandindo influências do álbum em direção a públicos alternativos.

• A presença de iann dior em “Untouchable” introduz um elemento mais moderno/hip-hop ao repertório da banda.

• Alguns fãs criticaram a produção, dizendo que o som soa “artificial” ou excessivamente polido.

• A banda programou uma turnê de divulgação com Unwritten Law e Zebrahead logo após o lançamento do álbum.

Produção

John Feldmann

Mudança de line

A formação segue a linha estabelecida após Never Look Back (2020) com John Feldmann, Charlie Paulson e Mike Herrera mantendo presença, e Nick Gross consolidado na bateria.

Formação

John Feldmann – voz, guitarra principal
Charlie Paulson – guitarra, backing vocals
Mike Herrera – baixo, backing vocals
Nick Gross – bateria
Philip Sneed – guitarra, backing vocals

Músicos adicionais:
Mark Hoppus – vocais em “Freaking Out a Bit”
Jim Lindberg – vocais em “Last One Standing”
Spencer Charnas – vocais em “Derelict”
Zac Carper (FIDLAR) – vocais em “Loser”
iann dior – vocais em “Untouchable”
El Hefe (NOFX) – vocais em “The Punisher”

Se gostou, também vai gostar de...

Ramones - NYC 1978
Ao Vivo

Ramones – NYC 1978

Show histórico no Palladium captura o Ramones cru, veloz e visceral — o punk em sua forma mais autêntica e energética.

A Wilhelm Scream - Cheap Heat
Melodic hardcore

A Wilhelm Scream – Cheap Heat

Punk melódico afiado, riffs técnicos e letras cruas: Cheap Heat reafirma A Wilhelm Scream como uma das forças mais afiadas do hardcore moderno.

Ramones - Subterranean Jungle
Power pop

Ramones – Subterranean Jungle

O 7º álbum retorna ao punk cru dos Ramones, com riffs pesados, tensão interna e covers marcantes que equilibram nostalgia e agressividade.

Outros álbuns do mesmo ano

The Orielles - Only You Left
Indie rock

The Orielles – Only You Left

The Orielles trocam a névoa livre de Tableau por canções mais focadas, sem perder a psicodelia, a estranheza e o brilho art-pop.

Erik Vincent Huey - Fort Defiance
Americana

Erik Vincent Huey – Fort Defiance

Americana crua e convincente com doses de roots rock, cowpunk e outlaw; produção quente e narrativa sonora que equilibra tradição e atitude.