
Katatonia – Dead End Kings
Combinando peso e introspecção, Dead End Kings é um marco melancólico e sofisticado na trajetória progressiva do Katatonia.

Nota média
de sites de crítica

Combinando peso e introspecção, Dead End Kings é um marco melancólico e sofisticado na trajetória progressiva do Katatonia.

Sparks entrega um álbum afiado e irreverente, misturando art rock e synth-pop para satirizar a cultura contemporânea com inteligência e estilo.

Origins é um mergulho conceitual do Shaman em suas raízes xamânicas, combinando power metal com elementos progressivos e étnicos.

Ian Stewart assume os vocais e leva o Strangeways a um som mais maduro e introspectivo, sem abandonar as raízes melódicas do AOR.

Performance acústica intimista de David Coverdale e Adrian Vandenberg, redescobrindo clássicos com emoção crua e minimalista.

Freak Show mostra o Silverchair amadurecendo, misturando grunge sujo com peso metálico e toques orquestrais, apontando para um som mais ambicioso.