
Duke Ellington – Copenhagen 1964
Registro vibrante da orquestra de Ellington em 1964: solos inspirados, arranjos luxuosos e swing afiado em plena maturidade artística.

Nota média
de sites de crítica

Registro vibrante da orquestra de Ellington em 1964: solos inspirados, arranjos luxuosos e swing afiado em plena maturidade artística.

Marillion revive “Marbles” ao vivo num show visualmente impactante e cheio de energia, elevando o prog rock a outro patamar.

Cash em combustão criativa máxima, cru e urgente, capturado no instante exato em que redefine sua relevância histórica ao vivo.

Groove dançante com brilho à la Bee Gees, misturando disco festivo com a teatralidade monstruosa da banda.

Sessão ao vivo intensa e intimista; voz crua, arranjos orgânicos e urgência punk̃ captada com precisão e sensibilidade.

Maduro e estratégico, o álbum combina sabedoria e força. Um Iron Maiden contemplativo que encara o tempo com disciplina e poder samurai.









