
Rush – Power Windows
Rush plugado na tomada, turbinando sintetizadores para dissecar o poder, a mídia e a vida moderna como se fossem um experimento sonoro de ficção científica.
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Rush plugado na tomada, turbinando sintetizadores para dissecar o poder, a mídia e a vida moderna como se fossem um experimento sonoro de ficção científica.

Conceito prog envolvente com hits inesquecíveis. Emocional e acessível, redefiniu o neo‑prog com sofisticação pop.

Supertramp retorna ao prog-rock com riffs densos, letras sobre Guerra Fria e uma faixa-título de 16 min que mistura Orwell e Gilmour em clima épico.

Rush pegando a paranoia dos anos 80, misturando gelo, guerra fria e drama existencial em sintetizadores cortantes e versos de gelar a espinha.

Álbum de art/prog rock com grandes narrativas urbanas, arranjos expansivos e o encerramento de uma era para 10 cc.

Um álbum introspectivo e politizado, onde Waters transforma sua dor pessoal e críticas sociais em músicas carregadas de emoção e orquestrações densas.

Corda bamba entre o pop e o prog‑rock, marca o fim do Supertramp clássico com Hodgson se despedindo da banda e do palco.

“Signals” marca a transição do Rush para o som dos anos 80, incorporando sintetizadores e explorando temas urbanos e tecnológicos.

Retorno à dupla criativa com pop art inteligente, arranjos refinados e pitadas de reggae: o 10cc mais contido e charmoso desde os anos 70.

Alterando o heavy glam por orquestras e fantasia, o Kiss ousa num álbum conceitual ambicioso — belo, polêmico e inevitavelmente singular.