
Angine de Poitrine – Vol. II
Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.
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Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.

Fusão de rock e música global, The Mountain eleva o luto a celebração sonora com sitar, rap, colaborações vibrantes e influência indiana.

Registro vivo e explosivo do Karnak em 1999, misturando ritmos globais e experimentação antes de lançar o clássico Estamos Adorando Tóquio.

Explosivo e introspectivo, “SHISH” mistura guitarras fragmentadas, ambientações frias do Alasca e letras sobre pertencimento e urgência.

Metal furioso, sintetizadores psicodélicos e letras ácidas: Malakian expande sua paleta musical em um álbum visceral e surpreendente.

O adeus grandioso da era épica do Swans: drones hipnóticos, percussões rituais e vocais proféticos em um épico de quase duas horas.

Rock introspectivo e atmosférico, urgente e político, mostra o lado mais emocional de Malakian em 4 faixas densas e tensionadas.

Daron solta dois singles punks: “Fucking” retoma o caos visceral, “Shotgun” traz um groove sombrio — adiantando o tom de Addicted to the Violence.

Energia thrash, grooves orientais e sintetizadores sutis: o som político, híbrido e visceral de Malakian após uma década longe dos estúdios.

Caos calculado: hardcore brutal, hooks inesperados e eletrônica sombria transformam a sonoridade da banda em arte agressiva.