
Gogol Bordello – We Mean It, Man!
Mistura explosiva de punk cigano e pós-punk com eletrônica, crítica social afiada e energia contagiante — Gogol Bordello em festa e revolta.
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Mistura explosiva de punk cigano e pós-punk com eletrônica, crítica social afiada e energia contagiante — Gogol Bordello em festa e revolta.

Pop-punk nostálgico e direto, que troca urgência juvenil por reflexões maduras sem perder refrões curtos e emotivos.

Debut energético com punk e garage rock, letras afiadas e urgência juvenil, um som crú que mistura tradição e atitude moderna.

Punk rock direto e melódico, sem nostalgia excessiva: os Buzzcocks apostam em energia, sarcasmo e simplicidade bem executada.

Goldfinger retorna com Nine Lives: punk e ska vibrantes, convidados de destaque e energia clássica, embora sem grandes revoluções no som.

Punk sombrio, irônico e consciente do próprio legado, o álbum aposta em atitude, clima e consistência em vez de explosões fáceis.

Gluecifer volta com riffs sujos, energia punk e rock’n’roll sem freio, provando que a longa pausa não enfraqueceu sua fúria sonora.

Coletânea de raridades, demos e faixas inéditas do NOFX — incluindo “Barcelona”, considerada sua derradeira canção.

Live explosivo da Hüsker Dü no seu ano‑chave: hardcore visceral, melodias pop emergentes e a banda em plena combustão criativa.

Tributo explosivo onde grandes bandas punk retomam clássicos de Motörhead: rifferama frenético, energia punk e legado eterno.