
Elton John – The One
Baladas refinadas e pop elegante: Elton John troca excessos por maturidade sonora em um álbum marcado por colaborações de peso.
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Baladas refinadas e pop elegante: Elton John troca excessos por maturidade sonora em um álbum marcado por colaborações de peso.

Pop dramático e acid house se encontram num Pulp em transição: baladas sintéticas à frente de seu tempo, preparando a explosão dos 90.

Lançado no mesmo dia que o álbum Lucky Town, traz uma sonoridade pop e acessível com arranjos suaves e temas pessoais. O álbum apresenta uma versão mais polida e introspectiva de Springsteen, com sintetizadores e músicos convidados.

“Stars” combina soul refinado, pop emotivo e elegância sonora; seu álbum mais maduro, introspectivo e comercialmente explosivo.

Michael Jackson abraça o New Jack Swing em Dangerous, misturando grooves ferozes, baladas épicas e hinos sociais em um pop vibrante e ambicioso.

A reinvenção do a-ha: menos sintetizadores, mais rock melódico e introspectivo, com ousadia e alma renovada.

Compilação póstuma que reúne faixas inéditas e solos de Karen Carpenter, mantendo viva a essência suave e melódica dos Carpenters.

Tributo moderno ao soul dos anos 60 com toques pop dos 80: Sleeping with the Past equilibra nostalgia e ambição sonora, com destaque para Sacrifice.

Rock pesado e sintetizadores 80s, com faixas como “I Want It All” e “Scandal”, mostrando um Queen ousado, no limiar do fim.

Um álbum subestimado e marcado pelos conflitos com a gravadora, com faixas energéticas e demos raras, mostrando o potencial perdido da artista nos anos 80.