
Panic! at the Disco – Death of a Bachelor
Crooner 2.0 de Brendon Urie: mistura jazz, pop e rock teatral, revelando uma transição solo cheia de personalidade e ousadia.
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Crooner 2.0 de Brendon Urie: mistura jazz, pop e rock teatral, revelando uma transição solo cheia de personalidade e ousadia.

Espontâneo e contagiante: registro ao vivo de 1965 com a formação clássica, surf-rock energético e momentos descontraídos.

Pop vibrante com colaborações poderosas e refrães épicos: Coldplay entrega um álbum luminoso e esperançoso, cheio de energia e positividade.

Baladas românticas e influências celtas em Another Country, um álbum caseiro que aquece o coração, mesmo com alguns tropeços.

Nostalgia oitentista e eletrônica moderna, com produção grandiosa e colaborações ousadas, mantendo o charme pop clássico do Duran Duran.

Burning Bridges é um adeus não tão grandioso do Bon Jovi à gravadora Mercury, com faixas que mesclam o rock clássico da banda com uma nostalgia leve, mas sem o frescor de antes.

Mistura de hard rock e prog com letras engajadas, power ballads e virtuosismo: o álbum de retorno artístico da formação clássica atualizada.

Pop rock grandioso e dramatismo de arena, faixas ambiciosas e som experimental: o Imagine Dragons expandiu seu universo no segundo álbum.

Pop moderno e refinado com o retorno de Carmichael, hits chiclete e produção vistosa: Maroon 5 mostra por que é mais do que display de plataformas.

Morrissey mistura rock alternativo com influências latinas em um álbum sarcástico e melancólico, criticando o mundo com sua verve única.