
Tears for Fears – Elemental
Orzabal assume o controle e entrega um disco cru, denso e emocional, misturando pop sofisticado e desabafo pessoal após a separação.
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Orzabal assume o controle e entrega um disco cru, denso e emocional, misturando pop sofisticado e desabafo pessoal após a separação.

Pop refinado e ensolarado, com letras poéticas e arranjos elegantes — o álbum que refomula Sting solo com leveza e storytelling afiado.

Mistura de synths e guitarras com uma pegada retrô dos 80s, tentando se encaixar nos 90s sem perder sua essência pop.

Teclados dominantes, letras introspectivas e arranjos progressistas: o álbum mais pessoal e experimental do trio Gessinger–Licks–Maltz.

Rock alternativo com elementos experimentais, tentando soar grandioso, mas sem a força dos grandes momentos do INXS.

Pop-solar datado e sem fervor, ausência de Brian Wilson, inéditos fracos e produção eletrônica: considerado o ponto mais baixo da banda.

Guitarras pesadas, sintetizadores e baladas no piano marcam a maturidade do power trio gaúcho no fechamento da trilogia sonora da banda.

Trio jogando os dados da vida no tapete do hard rock, apostando em refrões ganchudos, flertes ousados com rap (!) e letras sobre sorte, destino e coragem.

Disco pop‑prog cheio de refrões, produzido para tocar nas rádios; melódico e polido, mas sem decidir se aposta no brilho pop ou no prog épico.

Pop-rock radiofônico, covers intensos e refrões emocionais: Cher transforma dor e superação em um de seus álbuns mais grandiosos.