
Would-Be-Goods – Tears Before Bedtime
Indie pop elegante e nostálgico, com guitarras cintilantes e letras maduras que transformam melancolia em charme sonoro.
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Indie pop elegante e nostálgico, com guitarras cintilantes e letras maduras que transformam melancolia em charme sonoro.

Eletrônica envolvente e soul introspectivo se misturam em canções sobre amor, perdas e conexões humanas num retorno elegante (do nome) de Chet Faker.

Pop íntimo que mescla country e sentimento, explorando identidade, pertencimento e autoaceitação com letras afiadas e reflexivas.

Indie rock atmosférico e maduro, com guitarras etéreas e clima reflexivo. Um disco introspectivo que transforma silêncio em força.

Sofisticado e mais ousado, o quinto álbum de Yumi Zouma mistura indie pop, rock e vulnerabilidade emocional em músicas diretas e cheias de energia.

Retorno maduro do The Format une indie pop e alt-rock, com letras vulneráveis, guitarras cruas e um olhar cético sobre fé, tempo e identidade.

Mistura de indie rock orquestral e ritual místico, o sexto álbum da banda entrega drama vocal, produção ousada e um mergulho na vulnerabilidade.

Dodie explora dor, autocompaixão e busca por sentido com arranjos refinados e letras que soam confessionais e cinematográficas.

Pop soul dançante, grooves curtos e vibrantes com toques de funk, psicodelia e olhares espaciais: o álbum mais ousado do Fitz até hoje.

Gwenno estreia em inglês com piano e groove urbano, misturando experiências entre Las Vegas e Londres em um pop cinemático e íntimo.