
Kiss – Hotter than Hell
Álbum mais sujo e sombrio do Kiss, cheio de riffs crus e letras provocativas, consolidando o som pesado da banda em um estilo visceral e visceral.
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Álbum mais sujo e sombrio do Kiss, cheio de riffs crus e letras provocativas, consolidando o som pesado da banda em um estilo visceral e visceral.

Álbum de estreia do Bad Company: rock direto, blues britânico e vocais marcantes de Paul Rodgers. Um clássico atemporal do hard rock.

Rush estreia com um hard rock barulhento, cheio de suor e riffs sujos, parecendo três moleques detonando no porão antes de sonharem em dominar o universo progressivo.

Aqui, o Aerosmith começa a voar mais alto, com riffs mais elaborados e uma sonoridade mais coesa. É o início da transformação de promessas em realidade.

O álbum que coroou a realeza do rock, com heavy metal progressivo, baladas épicas e overdubs luxuosos.

Riffs intensos, atitude glam e teatralidade: o álbum de estreia de Kiss é pura combustão hard‑rock numa armadura pintada.

Um debut ousado, com harmonias operísticas, guitarras épicas e experimentação crua. Imperfeito, mas já genial.

Bowie leva Ziggy aos EUA e retorna com um glam rock mais cru, piano caótico e letras sobre fama, decadência e alienação urbana.

Houses of the Holy é uma montanha-russa sonora, alternando entre rock pesado, baladas emocionais, reggae e até paródia, com uma diversidade impressionante.

O disco de estreia do Aerosmith é puro rock de garagem: cru, direto e com a energia de quem quer conquistar o mundo. “Dream On” já mostrava que havia algo especial ali.