
Journey – Infinity
Chegando em 1978, Infinity mescla refrões marcantes, guitarras vibrantes e a voz de Steve Perry para redefinir Journey no rock melódico.
Confira os álbuns dessa categoria musical, em ordem aleatória.
Se estiver procurando uma banda ou álbum específico, utilize a busca no menu superior.

Chegando em 1978, Infinity mescla refrões marcantes, guitarras vibrantes e a voz de Steve Perry para redefinir Journey no rock melódico.

Gravado em meio ao caos, este álbum é um retrato da banda no limite. Apesar dos excessos, há faixas que mostram a genialidade ainda presente.

Transição energética para os Scorpions, com o hard rock ardente e o metal começando a se firmar. Uli Jon Roth sai, Herman Rarebell entra e a banda se prepara para a fase mais polida do som.

Explosão ao vivo do Kiss em três lados incendiários, mais inéditas de estúdio que revelam tanto brilho quanto tensões internas da banda.

Riffs crus, vocais de todos os membros e uma energia explosiva: Love Gun é o ápice teatral e cru do hard rock de Kiss.

O rock elevado a religião: volume máximo, suor e fé elétrica em cada nota de Angus e Bon Scott.

Burnin’ Sky marca uma fase experimental do Bad Company, mesclando hard rock com novas influências, refletindo a busca por renovação sonora.

Journey mistura progressivo e hard rock num álbum de transição, elevando a ambição musical antes de rumar para o rock mais acessível.

Ponto de virada do Scorpions, com um som mais pesado e metálico, influenciado pelo rock psicodélico, marcado por solos afiados e (mais) uma capa polêmica.

Hard rock visceral e direto, com hits como “Calling Dr. Love” e “Hard Luck Woman”, capturando o KISS na forma mais intensa e energética.