
Bruce Hornsby – Indigo Park
Pop sofisticado, jazz e câmara em um disco autobiográfico, torto e elegante, onde Bruce Hornsby transforma memória em arte inquieta.
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Pop sofisticado, jazz e câmara em um disco autobiográfico, torto e elegante, onde Bruce Hornsby transforma memória em arte inquieta.

Coletânea estrelada, melancólica e surpreendentemente coesa: indie, art pop e folk em estado de urgência humana.

Pop rock teatral e vintage, com clima de clube noturno e composições adolescentes lapidadas por uma banda veterana.

Narrativa sonora sobre isolamento e identidade, misturando americana, alt-rock e art-pop em um ambiente mental e físico de reclusão.

Orquestral, experimental e multilingue: Rosalía reinventa o pop com 13 idiomas, 4 movimentos e uma ambição sagrada em LUX.
Órgão monumental, sax e convidados inusitados: Anna von Hausswolff reinventa seu som com ambição pop‑gótica e arranjos expansivos.

Art pop orquestral que mistura humor, introspecção e teatro, com arranjos exuberantes e colaborações marcantes como Hayley Williams e St. Vincent.

Bon Iver entre sombra e luz: o lado introspectivo sussurra segredos, o lado solar celebra com soul, gospel e leveza pop.

Caos sonoro com jazz, rock progressivo e psicodelia. Um álbum experimental que interessa aos fãs, mas perde o impacto de trabalhos anteriores.

Atmosfera mística e coesa, misturando sintetizadores com uma produção refinada e nostálgica. O álbum é mais maduro e envolvente que seu antecessor, a mixtape Galore.