
The Rasmus – Weirdo
Som sombrio, refrões intensos e colaborações ousadas: Weirdo mostra o The Rasmus renovado, sem medo de celebrar sua estranheza.

Nota média
de sites de crítica

Som sombrio, refrões intensos e colaborações ousadas: Weirdo mostra o The Rasmus renovado, sem medo de celebrar sua estranheza.

Oasis mergulha no experimental em “Standing on the Shoulder of Giants”, explorando sons psicodélicos e introspectivos em uma fase de reinvenção.

Disco duplo vibrante que mistura drama gótico, pop irresistível e emoções intensas—o Cure mais expansivo e apaixonado em um só álbum.

Blues acústico refinado, com cello, percussão exótica e vocais envolventes — o encontro íntimo de Bonamassa em seu palco dos sonhos.

The Killers mais introspectivo, flertando com o eletrônico e o rock alternativo, mas ainda preso à nostalgia do passado.

Retorno explosivo: som pesado, grooves dançantes e letras engajadas, sem perder a energia que faziam a banda vibrar desde os anos 80.